domingo, 10 de agosto de 2014

O SENHOR ECHELLON

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A proposta mais séria (e mal camuflada) do Arraial Político Português (antigo e histórico na democracia portuguesa) parece ser – “Temos intenção de voltar e continuar a brincar com as vossas vidas de segunda linha (…)”;


E relativamente às “rapazinhas” (antigas e traumatizadas) de barba e bigode que fazem a decoração daquela cultura (e o Coro Godspell e os encores) também poderá dizer-se: _ As "Senhoras" são umas criaturas infernais politicamente adeptas do quê, concretamente ??...



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O “Senhor Echellon” aproveita os desacatos protagonizados pelos agitadores regionais (aqueles, em sintonia, a quem eu costumo apelidar de “saquinhos de merdinha gelada na cabecinha”) e faz o que parece saber fazer melhor, Desacatos Políticos e Estratégicos à escala global e mundial e com consequências imprevisíveis;


O que também permitirá um comentário necessário – Até quando “Isto” irá continuar e para aonde irá conduzir o (nosso) mundo global e moderno ??


E presumo que a melhor resposta poderá ser para a sua precariedade de Selva Natural.


 


[….]


 


O que poderá ser feito então pelos povos para se protegerem da maior (e mais complexa) Ameaça à escala mundial contra as suas vidas e a sua existência humana ??


Terá o “FMI” e o Anarco-Capitalismo algo a ver com “Isto” e com esta situação (e com este “estado das coisas”) pela sintomatologia associada à construção lenta do seu típico e “regional” Complexo-Industrial Militar (pós-moderno) ??


E a culpa relativa à “rubrica” anterior será de quem ??...   


Será da histórica e empolgada Cultura Colonial portuguesa (antiga e em défice atual) ??...


Talvez sim,
porque não ??


 


[….]


 


A Europa Ocidental, na sua leitura geopolítica regional, terá uma resposta adequada para este problema ?


E concretamente, para lhe fazer frente de forma a obter uma solução eficiente e eficaz ?


Não sei responder, mas julgo ter certeza que essa resposta será a melhor e a única disponível (em formato sério) e viável para fazer face de forma concreta a esta dinâmica crescente na cultura da sociedade ocidental.


(e às “alterações climáticas” associadas que parecem ser incontornáveis…)


 


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Aparentemente,
as doutrinas políticas faleceram (na sua versão de gestão ideológica racional das doutrinas económicas de construção dos sistemas políticos e sociais dos Estados/Nação) e a reconstrução (em Portugal) de uma qualquer filiação político-partidária europeia (significativa, séria e respeitável) poderia ser a única solução para todos os problemas,
e para as pessoas de maneira geral e transversal;


E para este pequeno país à beira-mar plantado.


 


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domingo, 11 de maio de 2014

O EXISTENCIALISMO PÓS-MODERNO E AS INSTITUIÇÕES ANTIGAS (parte 3 - upgrade)

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Projetando a “Idade Pós-Moderna” para a atualidade encontram-se algumas analogias políticas e estratégicas com o período pós-segunda guerra mundial no denominado “mundo ocidental”.



Nos últimos treze anos os EUA e a Europa conheceram grandes crises económicas como desde os anos de 1929 não aconteciam e, provavelmente, por razão paradigmática temporal (específica) mas semelhante no formato geral;





No rescaldo prolongado da 1ª Grande Guerra e da criação da Sociedade das Nações (que teve como principal impulsionador Woodrow Wilson, o progenitor do Idealismo Americano e, provavelmente, um dos mais relevantes e emblemáticos presidentes americanos) instalou-se a descrença generalizada (e paranoica…) nos grandes modelos de sociedade política e económica de ambos os lados do atlântico (…).

 



Enquanto no pós-conflito da 2ª Guerra Mundial a grande potência americana optou por um modelo de reconstrução da Europa à sua imagem e semelhança ao qual chamou de “Plano Marshal”,



a Sociedade das Nações criada pelos americanos (e pelos aliados europeus) para garantir a paz mundial no pós-1ª Grande Guerra revelou-se um “flop” político e estratégico (e económico…) que viria a ter repercussões importantes no contexto europeu naquilo que respeita à construção crescente de uma realidade fragmentada na geografia política (regional) da Europa no contexto estratégico da época;





(e a SDN só não falhou ainda mais no propósito e ideário de base porque muitas das suas estruturas foram utilizadas futuramente na ONU…)





O que parece ser certo é que o cenário político e estratégico europeu nunca recuperou do “Conflito dos Impérios” não obstante os esforços de gigante do pilar inglês (certamente) motivado pela continuação dos avanços da sua Revolução Industrial.

 



(… que será a “causa das coisas” da panóplia belicista do século XX ??...)

 





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Dando um “pulo” no tempo,

qual será a “revolução industrial” da União Europeia na atualidade ?

 



A Inglaterra mantém-se firme e afastada desta dinâmica estratégica europeia, a Alemanha determinada no sucesso, a França e a Itália potências desconfiadas e os países ibéricos na senda da sua salvação e do seu crescimento económico.





A Europa está metida num dilema político e estratégico permanente e uma solução credível poderia ser (entre outras hipóteses estratégicas) uma nova “união fraterna” com a América capitalista e liberal.

 



Ou antes não,



o protagonismo de um novo “Plano Marshal” interior, próprio e “pessoal” aos países que protagonizam o Projeto Europeu poderia ser o (melhor) eixo de progressão para uma geografia política e estratégica europeia que cada vez mais tem pouca margem de manobra disponível para uma liderança eficaz da Comissão Europeia, para um ideário político para o seu Parlamento, para uma conduta eficaz do seu Banco Central e, naturalmente, para as explicações coerentes e assertivas dos Filósofos dos seus Estados Membros.

 



Mas a questão primordial que merecia ser a “pedra de toque” principal da agenda política da Comissão Europeia (e dos seus principais protagonistas) poderá ser a conjetura do raciocínio elementar a esta questão – a Europa terá alguma outra alternativa viável ao atual projeto político de liderança do crescimento económico e do progresso das comunidades sociais dos seus povos integrantes ??

 


Pessoalmente creio que não,



para não afirmar perentoriamente que tenho a certeza que não;

 
Se a Europa não aceitar esse seu desafio “íntimo e pessoal” ficará exatamente na mesma “função” política “de moldura” (semelhante à situação do antecedente) e com as mesmas consequências (ou mais graves) e em modo de baixo perfil de liderança estratégica da Europa,



ou seja,



acabará liderada por terceiros que marcarão a agenda política da Europa (direta ou indiretamente), o caminho e o itinerário para um destino com localização desconhecida, ou pelo menos, “imperfeita” no seu formato político e económico de conjunto e de estratégia (!!).

 



Portanto,



o caminho a seguir deverá ser de firmeza no desígnio e na conduta da ação eficaz para os objetivos certos.

 

 





[etc.  ….]