O “Estado
Novo” contou esta história mas enganou-se nas cores envolvidas no argumento, a
história foi narrada no Inverno e o céu dificilmente poderia ser às cores azuis;
Anos-Luz mais tarde o tempo mudou e como acontece
nessas circunstâncias o clima ficou perturbado na sua serenidade, tornou-se
nervoso, fez asneiras e o perfil geral do “tempo” envolvido foi a de uma época
triste, deprimente e sombria.
E não sei se aquele “Estado Novo” poderá ser aquilo
que em França durante a Revolução Francesa se chamava de “Primeiro Estado”
naquilo de político em que se pretendia representar o Clero na “intrincada”
elipse política e social da época.
(no nosso caso, certamente, considerando a
perspetiva também ela helicoidal de um estado vocacionado para o seu interior,
casto e rústico em dose excessiva, isolacionista na opção política e
estratégica, e Pátria-Mãe de um colonialismo único pela sua natureza e essência
“antiga” e elitista)
Neste mesmo período histórico, o termo “Segundo
Estado” pretendia representar a “Nobreza” e todo o seu significado político e
estratégico associado,
e o termo “Terceiro Estado” respeitava ao resto da
população, ou seja, o “Povo” em essência pura e dura, revolucionária pela
natureza espontânea da vida (…).
Pela analogia deste raciocínio de historia na
cronologia do tempo, e depois de muita luta de classes (na modernidade atual), eis
que surge de rompante a invenção transversal e sistémica conhecida pelo nome
curioso de “Plasma”, ou seja, o “Quarto Estado”.
Olhando para ele o Quarto Estado é “psicológico”
porque é diferente de tudo o que existia do antecedente,
não é nada de específico da matéria, não é sólido,
líquido ou gasoso,
também deixou de ser (especificamente) Caos,
é um “Estado de Espírito” de calma institucional,
de prazer e de luxúria (na interpretação do relaxe político), alegre e
esfusiante, de plenitude e de sucesso onde tudo de bom é possível sem
constrangimentos ou arrelias,
com sorte garantida na demanda do sucesso,
um paraíso celeste mas terreno na melhor fase da
vida, a nossa que queremos viver com vontade e em condições de realização
plenas (…);
Estamos mortos neste nosso céu e não nos revoltamos
com “isso”, a aceitação é pura e democrática,
e geral a todas as populações;
Estamos
catatónicos e gostamos de viver assim enquanto “der” e tal fenómeno político
for provável, intelectualmente natural e coerente,
e de possível concretização numa leitura técnica
(…).
[….]
O “Benfica” é muito mais que uma Pátria que fala
uma mesma linguagem num mesmo “terreno de jogo” (…),
de forma exuberante é um Estado na sua versão
fisiológica,
objetivamente
a “novel” organização política da Nação Portuguesa.
A nova Família Portuguesa.
[….]
O “Ronaldo” começou a “Guerra das Estrelas”,
o fim é um anacronismo virtual porque a causa
política, a metodologia técnica e a ética da razão são postulados irracionais e
inexistentes na “estratégia de base” do empreendimento,
e a questão
preponderante parece continuar no imaginário das “pessoas-elite”;
Fantasmas
da existência legal, aparentemente fracos de espírito ideológico e
permanentemente debilitados na sua função política de base,
Em conformidade,
não acredito que o “Leão” desta história se tenha
mudado para a Serra de Monsanto,
que numa matriz geográfica mais ampla terá maior
viabilidade estratégica de sobrevivência,
mas já acredito que as próprias condições
climáticas do ecossistema envolvido resolvam esta questão com eficaz parcimónia
para todos os bons sentidos patrióticos (específicos) enrolados na trama
construída.
teremos que dizer “ponto final” a este domínio de lógica
mecanicista enviesada dos conteúdos “desportivos” da vida política desta Nação.
Porque a lógica relacionada decorre da crença que poderá
esta atitude tornar-se numa espécie de “circuncisão” dos canais deferentes que
alimentam todo o articulado da trama política e estratégica de conteúdo e contorno
corporativo e perfil de atuação ao nível do terrorismo político.
(…)
Ética Política tornou-se num palavrão cada vez mais
importante e crítico,
e cada vez mais uma preocupação dominante para as
modernas sociedades politicamente estruturadas e organizadas nesta nova ordem.
[….]
§§§§ / §§§§
Anexo – BIBLIOGRAFIA DE LEITURA:
………………..
“…
de:
PLASMA: O QUARTO ESTADO DA MATÉRIA
É sabido que qualquer substância pode existir em
três estados: sólido, líquido e gasoso, cujo exemplo clássico é a água que pode
ser gelo, líquido e vapor.
Todavia há muito poucas substâncias que se
encontram nestes estados, que se consideram indiscutíveis e difundidos, mesmo
tomando o Universo no seu conjunto. É pouco provável que superem o que em
química se considera como restos infinitamente pequenos. Toda a substância
restante do universo subsiste no estado denominado plasma.
(…)
No seu conjunto, o plasma é neutro, já que contém
uma quantidade igual de partículas carregadas positiva e negativamente. Mas a
interação destas cargas dá ao plasma uma grande variedade de propriedades
diferentes das dos gases.
Em certas condições o plasma pode conduzir
corrente elétrica melhor do que o cobre, pode fluir como um líquido viscoso e
intervir em reações com outras substâncias como a mais forte solução química.
Além disso, é facilmente orientável em campos elétricos e magnéticos.
A física do plasma tomou-se rapidamente num dos
ramos mais destacados do progresso cientifico, em relação fundamentalmente com
as investigações da reação termonuclear, obtida por agora apenas num clarão
instantâneo de plasma aquecido até temperaturas de várias centenas de milhões
de graus, durante a explosão da bomba de hidrogênio.
(….)
…”
………………..