sexta-feira, 30 de março de 2012

A “GERAÇÃO Y”, OU O TEMPO COGNITIVO DA MUDANÇA POLÍTICA (parte 3)

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GERAÇÃO Y (a partir de 1978) >>> Com o mundo relativamente estável, eles cresceram em uma década de valorização intensa da infância, com internet, computador e educação mais sofisticada que as gerações anteriores.


Ganharam autoestima e não se sujeitam a atividades que não fazem sentido em longo prazo. Sabem trabalhar em rede e lidam com autoridades como se eles fossem um colega de turma.
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A linhagem do tempo feliz.



Será a história de gente que aprendeu a pensar olhando para a janela digital do tempo e da vida,


do sucesso e da derrota, do amor emotivo e do sofrimento na catástrofe, tudo espreitado de fora para o interior com o sentimento vivo do colorido quente dos acontecimentos nas coordenadas virtuais de uma amplitude de igual dimensão.



Mais uma vez será uma geração que “vai mudar o mundo” (…),
como todas as outras anteriores e numa maneira sua e pessoal,


de forma e estilo perigoso para a comunidade instalada na burguesia relativa da sua vida.



E talvez seja verdade, não sei (e não sei se quero porque é incómodo), mas é preciso “falar com eles”, entender a sua mensagem, comungar na medida do possível as suas pequenas e grandes vitórias (…);


E as derrotas (que são nossas), tudo numa sua imagem de marca e no seio íntimo da vida coletiva e comum da comunidade envolvente.


(….)



A Geração Y é que é !!...


Provavelmente a culpada de “tudo”, agora,


e perigosa para o nosso futuro.


(claro como água…)



(….)



Eu também !!


Não sei se posso dizer tal “coisa”, mas nascido em maio de 62 “teria” cerca de 21 anos em 83,
e 31 em 93, data em que percebi que era um “senhor gajo” com o evento adulto da consciência do nascimento da minha geração “a seguir”.


Na realidade, penso ser um exemplo vivo desta geração com Y,
cedo resolvi mudar as “coisas” mal arrumadas,


porque serei um “arrumadinho” (ou penteadinho, talvez, na minha careca modelo máquina 2),
e as tais “coisas” foram ficando arrumadas segundo conceitos da época.

Claro que esse tempo e essa hera já foram há alguns anos-luz mais atrás,
mas continuo saudoso da minha época,

agora que aceito falar dela.

(e nesta proporção e dimensão)


Claro que sou culpado,
porque “estava” tudo um “desarrumo” (…),

e ficou muito melhor,

pelo menos com lucro assinalável aos agentes deste negócio do estilismo político (…).


As agências do serviço público nacional (que dão cartas nesta matéria),
e avaliam as nossas prestações sempre em baixo,


dão cartas sempre de cima,
talvez porque mandam “nisto” (…).

Eu assumo as culpas,
(como já disse)

as minhas e as outras,

somos nós, eu e a minha geração,

os culpados desta indigestão de costumes políticos e sociais;

E estratégicos, e…

Uma Pequena tragédia grega, segundo as últimas boas notícias encorajantes para a nossa vida comum e global.


(….)



Mal-me-quer, bem-me-quer,
Maldita, Bendita,


Amor ou ódio,
Paz ou guerra,

Sucesso ou desastre;
 

O Jogo da Glória em fase com a época que corre os seus termos processuais na nossa vida corrente.



(…..)



§§§§§ / §§§§§


ANEXO – ILUSTRAÇÃO TEMÁTICA:


………………..



“…


de:




Eu sou Y. Você é Y. E ai, a Geração Y pode mudar o mundo?


Por Bruno



Muitos de nós trabalhamos para um público que nos atrai, mas também nos intriga, e são os chamados Millennials, Geração Y ou Next Generation, são as pessoas nascidas entre 1982 e 1993 (as datas são diversas e tem caráter apenas didático e não cientifico. Segundo Sidnei Oliveira).

É a geração MTV, dos tênis “All Stars”, que viu o fim da Guerra Fria, a expansão das famílias não tradicionais, e lógico a revolução tecnológica; é a geração marcada por eventos como a queda do Muro de Berlim, a Guerra do Golfo, os ataques de 11 de setembro, a crise econômica global, os conflitos no oriente médio e plenamente envolvidos no nascimento da Internet no início dos anos 90 e do boom das Mídias Sociais como um estilo de vida.


(…), é inegável que os jovens vivem e convivem nos meios de comunicação social e que os vêem como uma alavanca para mudar as coisas, usando-os para aprender, para obter recomendações de outras pessoas, para encontrar um produto ou uma marca, e/ou comentar sobre ela.



Sintomas de Geração Y




Geração Y está ansiosa para aprender, e gosta de acompanhar os avanços tecnológicos


Algo muito positivo para captar rapidamente novos conceitos e formas de trabalho. Esta Geração tem a facilidade de obter conhecimento de novas mídias em curto prazo de tempo, conseguem melhor conceituar isso dentro da área de Marketing Digital de uma Empresa.


Eles mantêm uma concentração muito baixa, e se aborrecem muito fácil


Esta geração gosta de tarefas que ocupem pouco tempo e que forneçam resultados concretos em curto prazo. Isso não significa que eles não gostam de trabalhar, pelo contrário, estão muito entusiasmados, mas exigem satisfação imediata (como aqueles obtidos em sua infância).


Eles são impacientes


Eles são ansiosos, não podem esperar para obter um melhor posto de trabalho, apesar de recentemente terem iniciado o trabalho e não têm a experiência necessária. Nessa parte de experiência eu discordo um pouco, às vezes as ações de trabalho mais recentes são melhor trabalhadas pela geração Y, do que pelas passadas.


Eles são flexíveis (talvez demasiado)


A variedade de opções que tem ao seu alcance os faz pensar que, se eles não conseguirem o que querem de alguma forma eles obterão de outra. Isso afeta o emprego na medida em que ao escolher um, muitos deles não trabalham “por prazer”, mas sim “atrás de um salário alto” e os horários, requisitos, salário e crescimento no emprego são cruciais na a escolha de permanecer ou sair de um emprego.


“Multi-tasking”


Eles desenvolvem uma grande habilidade para lidar com mais de uma tarefa ao mesmo tempo. O que a princípio parece uma vantagem, pode se tornar um problema diante da dispersão e do atraso que gera a multitarefa.


Relacionam-se muito fácil nas Mídias Sociais


Esta é uma questão óbvia, essa geração tem um poder de amizade fora do comum, conversam com pessoas que nunca viram na vida, amizades que às vezes acabam virando oportunidade de trabalho.


Além disso, a sua recente adesão ao mercado de trabalho e sua forma de trabalho pode trazer conflitos de integração com as gerações anteriores. Por isso, é necessário saber como agir e estar vigilantes em exercício da equipe.


Com seus prós e contras, a Geração Y veio para ficar e metodologias ágeis vão crescer com eles.



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de:





Geração Y




Eles já foram acusados de tudo: distraídos, superficiais e até egoístas. Mas se preocupam com o ambiente, têm fortes valores morais e estão prontos para mudar o mundo


Rita Loiola


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Priscila só faz o que gosta. Francis não consegue passar mais de três meses no mesmo trabalho. E Felipe leva a sério esse papo de cuidar do meio ambiente. Eles são impacientes, preocupados com si próprios, interessados em construir um mundo melhor e, em pouco tempo, vão tomar conta do planeta.


Com 20 e poucos anos, esses jovens são os representantes da chamada Geração Y, um grupo que está, aos poucos, provocando uma revolução silenciosa. Sem as bandeiras e o estardalhaço das gerações dos anos 60 e 70, mas com a mesma força poderosa de mudança, eles sabem que as normas do passado não funcionam - e as novas estão inventando sozinhos.


"Tudo é possível para esses jovens", diz Anderson Sant'Anna, professor de comportamento humano da Fundação Dom Cabral. "Eles querem dar sentido à vida, e rápido, enquanto fazem outras dez coisas ao mesmo tempo."


Folgados, distraídos, superficiais e insubordinados são outros adjetivos menos simpáticos para classificar os nascidos entre 1978 e 1990. Concebidos na era digital, democrática e da ruptura da família tradicional, essa garotada está acostumada a pedir e ter o que quer. "Minha prioridade é ter liberdade nas minhas escolhas, fazer o que gosto e buscar o melhor para mim", diz a estudante Priscila de Paula, de 23 anos. "Fico muito insatisfeita se vejo que fui parar em um lugar onde faço coisas sem sentido, que não me acrescentam nada."


A novidade é que esse "umbiguismo" não é, necessariamente, negativo. "Esses jovens estão aptos a desenvolver a autorrealização, algo que, até hoje, foi apenas um conceito", afirma Anderson Sant'Anna. "Questionando o que é a realização pessoal e profissional e buscando agir de acordo com seus próprios interesses, os jovens estão levando a sociedade a um novo estágio, que será muito diferente do que conhecemos."


Nessa etapa, "busca de significado" é a expressão que dá sentido às coisas. Uma pesquisa da Fundação Instituto de Administração (FIA/USP) realizada com cerca de 200 jovens de São Paulo revelou que 99% dos nascidos entre 1980 e 1993 só se mantêm envolvidos em atividades que gostam, e 96% acreditam que o objetivo do trabalho é a realização pessoal. Na questão "qual pessoa gostariam de ser?", a resposta "equilibrado entre vida profissional e pessoal" alcançou o topo, seguida de perto por "fazer o que gosta e dá prazer". O estudo, desenvolvido por Ana Costa, Miriam Korn e Carlos Honorato e apresentado em julho, tentou traçar um perfil dessa geração que está dando problema para pais, professores e ao departamento de RH das empresas.




BERÇO DIGITAL



E essa conversa pode ser ao vivo, pelo celular, e-mail, msn, Twitter ou qualquer outra ferramenta de comunicação que venha a surgir no mundo. Essa é a primeira geração que não precisou aprender a dominar as máquinas, mas nasceu com TV, computador e comunicação rápida dentro de casa. Parece um dado sem importância, mas estudos americanos comprovam que quem convive com ferramentas virtuais desenvolve um sistema cognitivo diferente.


Uma pesquisa do Departamento de Educação dos Estados Unidos revelou que crianças que usam programas online para aprender ficam nove pontos acima da média geral e são mais motivadas. "É a era dos indivíduos multitarefas", afirma Carlos Honorato, professor da FIA. Ao mesmo tempo em que estudam, são capazes de ler notícias na internet, checar a página do Facebook, escutar música e ainda prestar atenção na conversa ao lado. Para eles, a velocidade é outra. Os resultados precisam ser mais rápidos, e os desafios, constantes.


É mais ou menos como se os nascidos nas duas últimas décadas fossem um celular de última geração. "Eles já vieram equipados com a tecnologia wireless, conceito de mobilidade e capacidade de convergência", diz a psicóloga Tânia Casado, coordenadora do Programa de Orientação de Carreiras (Procar) da Universidade de São Paulo. "Usam uma linguagem veloz, fazem tudo ao mesmo tempo e vivem mudando de lugar." O analista Francis Kinder, de 22 anos, não permanece muito tempo fazendo a mesma coisa. "Quando as coisas começam a estabilizar fico infeliz", diz. "Meu prazo é três meses, depois disso preciso mudar, aprender mais."


"Esse ambiente onde qualquer um pode ser desmascarado com uma simples busca no Google ensinou aos mais novos que a clareza e a honestidade nas relações é essencial", afirma Ana Costa, pesquisadora da FIA. "Não consigo conviver com gente pouco ética ou que não cuida do ambiente onde vive", diz Felipe Rodrigues, 22 anos, estudante de administração. O sentimento do rapaz é compartilhado por 97% dos nascidos na mesma época, que afirmam não gostar de encontrar atitudes antiéticas ao seu redor, de acordo com os dados da FIA. "Chegou a hora dos chefes transparentes, alguém que deve ensinar. A geração passada enxergava os superiores como seres para respeitar e obedecer. Não é mais assim."


Mas, além de aprender com os superiores, eles sabem que também podem ensiná-los, em uma relação horizontal. Os jovens modernos funcionam por meio de redes interpessoais, nas quais todas as peças têm a mesma importância. "A Geração Y mudou a forma como nós interagimos", diz Ana Costa. "O respeito em relação aos superiores ou iguais existe, mas é uma via de duas mãos. Eles só respeitam aqueles que os respeitam, e veem todos em uma situação de igualdade", afirma.



VIDA PESSOAL EM PRIMEIRO LUGAR



Os sinais mais claros da importância que os jovens dão aos próprios valores começam a piscar no mundo do trabalho. Como seus funcionários, as empresas estão flexibilizando as hierarquias, agindo em rede, priorizando a ética e a responsabilidade. E, se no passado a questão era saber equilibrar a vida íntima com uma carreira, hoje isso não é nem sequer questionado: a vida fora do escritório é a mais importante e ponto final.


Uma oficina sobre carreiras com estudantes da Faculdade de Administração da USP mostrou que a prioridade da maioria deles é ter "estilo de vida", ou seja, integrar o emprego às necessidades familiares e pessoais - e não o contrário. "A grande diferença em relação às juventudes de outras décadas é que, hoje, eles não abrem mão das rédeas da própria vida", diz Tânia Casado. "Eles estão customizando a própria existência, impondo seus valores e criando uma sociedade mais voltada para o ser humano, que é o que realmente importa no mundo."




…”



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sábado, 17 de março de 2012

A HISTÓRIA ÉPICA E PATRIÓTICA, LUSITANA NA SUA ESSÊNCIA PRINCIPAL, DA “GUERRA YUPPIE DOS SUVs” (parte 2)

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Sucesso (…),

eis a palavra-chave para esta “missão” de profissionais não-Amadores.


Do FCP, do SLB, ou do SCP, do Atlético de Alcântara (ou do Atlético do Cacém) e os do Belenenses com a sua Cruz de Cristo para manter o equilíbrio ecológico;

Do Vitória de Setúbal ou do Desportivo de Beja,

e é presumivelmente importante não esquecer o Juventude de Évora (mas também o Lusitano);

O Boavista será um team histórico e emblemático numa cidade milenar;

Todos Revolucionários,

Muito revolucionários,

com um default de revolução anárquica e popular de grandeza potencial exponenciada,

muito rentável para os investidores respetivos e para os investidores de um setor económico novel e emergente associado em parceria público-privada.


[ poderá ser, por exemplo, o âmbito estratégico (político-militar necessariamente) do Instituto Económico do Serviço Nacional de Saúde e de Defesa Nacional a conduzir as suas regras “pessoais”…]


Tudo importante,

Muito e profusamente importante !!


(….)

Soldados Unidos Vencerão ” (!!!),

(“pela terra e pelo pão”)

Comummente associados em jargão - “SUVs”.


Mas quem serão “Eles” ???

Terão fácies a descoberto e conhecido ??

Melhor e mais importante,

“Eles” existem em pública forma e de facto ??

(em visionamento político de uma dinâmica estratégica e de um know-how sofisticado de empenhamento operacional…)

Poderá ser este raciocínio de escrita mera curiosidade formal, portanto, mas também científica na valoração da componente microeconómica do “assunto” (…).


(… a componente macroeconómica enfim…)


E uma interrogação natural (…), haverá uma versão política yuppie envolvida nesta matéria ???...

Parece ser um assunto sério, importante e confidencial.

(em configuração de base e raiz)


Mas o que quererá dizer “yuppie” nesta perspectiva e nesta dinâmica política e social ??

(também ela pós-moderna)

_ Há uma carreira política associada ?

_ Há promoções relativas, sérias e importantes, na configuração política e social do ecossistema ?

_ Há valoração socioeconómica importante ?

_ Há enriquecimento (lícito ou ilícito) com a atividade profissional e com o setor político e económico envolvido ?

_ Mas,

(nesse caso…)

De que Mérito “falamos” (?), qual será a capacidade intelectual envolvida (?), qual será a envolvente cognitiva “raiz do sistema” (?), e o código de valores associado (?), qual o conceito de integridade de carácter e de lealdade transmitido ás gerações vindouras ???...


(….)

No enfiamento desta visão “maliciosa” e analisando o âmbito envolvente também é natural que se questione se serão estes considerandos “filosóficos e espirituais” “palavrinhas importantes”...

Porque segundo boas opiniões (…), parecem ser “conceitos teóricos” perfeitamente alinhados com uma orientação comportamental própria de Madre Teresa de Calcutá.


(…..)


Ou seja,

Em linguagem contínua mas diferente;

O jogo parece continuar em “cenas empolgantes do próximo capítulo” (…)

no qual a “banda passa a cantar modinhas de amor…”.


Tudo de simples entendimento !!

(mesmo para quem não é Lusitano Líder Yuppie)




(etc. …..)


                                            §§§§§ / §§§§§

ANEXO – ILUSTRAÇÃO TEMÁTICA:

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“…

de:



Os SUV - Soldados Unidos Vencerão foram constituídos em Agosto de 1975 pelo PRP.

Os SUV foram grupos de militares que atuavam no interior dos quartéis com vista a promover a auto-organização política dos militares.

Os SUV atuavam sob a direção de
Ferreira Fernandes, Manuel Resende, José Carvalho e Heitor de Sousa, entre outros. Tratava-se de uma organização clandestina no interior das Forças Armadas e incluía, não só soldados como também alguns graduados.

A primeira conferência de imprensa dos SUV foi feita no
Porto, decorreram manifestações dos SUV em Lisboa a 25 de Setembro e no Porto no dia 6 de Outubro de 1975.


No manifesto, referiam que, "...considerando que já por diversas vezes fizemos cedências à burguesia nomeadamente ao submetermos a nossa luta à aliança com o
MFA, que por causa das suas contradições e hesitações no passado, e de hoje estar ao serviço de elementos contra-revolucionários, nos tem valido não só o afastamento e hostilidade da população (especialmente dos nossos irmãos camponeses), como também a desmoralização de numerosos combatentes das nossas fileiras e o adormecimento perante a ofensiva reacionária dentro e fora dos quartéis...", "...SUV luta com todos os trabalhadores pela preparação de condições que permitam a destruição do Exército burguês e a criação do braço armado do poder dos trabalhadores: o Exército Popular Revolucionário...", "...Sempre, Sempre ao lado do Povo é o nosso lema..." Setembro de 1975.


(….)



Bibliografia - Referências:













…”


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