quarta-feira, 18 de abril de 2012

O VELHO DO RESTELO SOBREVIVE EM TIMES SQUARE (upgrade 4)

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Tudo que é profundo ama a máscara...

  Todo o espírito profundo tem necessidade de uma máscara.


  Direi ainda mais: à volta de todo espírito profundo cresce e floresce sem   cessar uma máscara.


Nietzsche
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O meu computador vai andando em boa forma no esforço essencial,
e (até certo ponto) recomenda-se.


(….)


De facto, vejo “coisas” neste meu “computador” que me deixam perplexo,
estarrecido de surpresa até,

quase sempre na contemplação duma loucura consciente de vidas sem o sentido coerente do seu ideal político que (no entanto) representam na perfeição.


(numa cinematografia de mau gosto, eventualmente patética)



(…)
 
E como acontece (por mero acaso) que são "Estes" os maiores e melhores deste (nosso) filme global,
este sujeito que sou eu fica a pensar na causa provável e origem próxima da “Grande Crise” que corre os seus termos processuais nesta atualidade,

em género de um meu passeio promenade pela “civilização” (de uma maneira global) e pelo Ocidentalismo Político (em particular) que tem exercido funções de poder em Portugal nos últimos 15 anos.


Porque parece evidente (de facto) e quase estúpido de racionalidade o nosso pensamento imediato relativo à razão próxima de tudo o que continua a acontecer “assim” (de político) em Portugal.



Qual será o porquê “disto tudo” ??
(dirão vozes em desabafo)

(….)


Esta escrita de hoje é curiosamente reincidente numa altura em que aparecem sinais claros de desanuviamento político e económico neste pequeno país a tentar incluir-se na “gente grande” da Europa,

contra a vontade “de todos” segundo alguns poucos que continuam a insistir nesse jargão político do foro comercial em área de marketing e publicidade mal concebida e mal parida.

Mas com uma história de grande sucesso comercial que tem enganado os portugueses, que, claro, pagam a fatura política relativa a essa “questão”.


(…)



Nos últimos dias políticos temos assistido a um investimento curioso na continuidade institucional de uma Situação Política "PPP" (...),

e a um fenómeno político e estratégico mal definido na sua conceção ideológica de base ("geopolítica e geoestratégica"), o que poderá dar uma errada imagem de ausência de tais valores tornando tal fenomenologia nos termos do seu conteúdo político e ideológico (e na parte aplicável ao Estado/Nação Português) numa "matéria" estéril, amorfa e profundamente isolada no seio da cultura portuguesa.
   




E tudo no âmbito de "Segurança e Defesa" do Governo Português, que (por acaso) está a cumprir com competência a sua missão e o seu mandato de maioria absoluta entregue pelo povo português para governar o país com judicioso critério de justiça política e social (!!).


(....)


Mas temos que admitir que continuam a prevalecer "mistérios da meia-noite" neste país propriedade do Velho do Restelo, que continua a mandar na cultura portuguesa de forma perentória e arbitrária;

(ou seja, a seu belo prazer e vontade)

E com critérios políticos pessoais e privados.



Mas tudo parece indicar, para já, que não haverá nada de especial a fazer quanto a “essa” matéria cultural,

porque "eles" estão instalados na root do sistema sob a forma de um vírus purulento e arcaico.



(.…)


Adiante...




(....)





Certa empresa afirma ter tido resultados líquidos superiores a mil milhões de euros de lucro em 2011,

mas como continua a ser subsidiada pelo Estado em cerca de 4 mil milhões de euros em cada ano que passa,

"acontece" que nós pagamos parte do respetivo “serviço” em preços cotados em valores de oiro puro.


(em particular, os grandes investimentos em território brasileiro e norte americano de natureza eólica, que criam emprego nesses países, sem resultados económicos práticos de maior)



Resulta então (para um ignorante como eu) num resultado económico de prejuízo que rondou cerca de 3 mil milhões de euros em 2011.
 

Portanto, pura especulação (momentaneamente natural) bastante curiosa na sua natureza camuflada e de muito má explicação política e estratégica.



Entretanto, a Corte desse grupo económico é principescamente paga em resultado dos excecionais lucros alcançados no ano económico em questão, durante o qual Portugal teve uma execução económica e financeira curiosamente desastrosa...


Concretamente, a empresa em questão irá distribuir dividendos entre os seus acionistas na ordem dos 680 milhões de euros, dos quais 140 milhões serão para uma empresa chinesa que adquiriu cerca de 30% das ações da empresa há cerca de 3 meses...


Tudo muito curioso,


e (aparentemente) histórias de mistério mal contadas,

histórias essas subsidiadas pelo Orçamento pago com os impostos dos portugueses.


(…)


Mas enfim…


(…)



A competência tem limites e a tal Cultura Política obriga o Estado Português a uma sujeição a Cangas que ninguém de boa fé pode compreender,

atendendo a que em 2012 o orçamento geral do estado vai voltar a pagar o “Tal” serviço público em valores na ordem de mais 4 mil milhões de euros para que a tal empresa e o seu grupo económico possam regozijar-se com o fabuloso lucro alcançado.

E os portugueses, não obstante o tal valor de serviço político pago pelo orçamento, vão pela sua parte pagar cada vez mais para usufruírem de um bem essencial para a sua vida.



(…)



Para falar em mais curiosidades, há mais curiosidades estranhas.


O Governo Português que será o mais competente na governação deste país dos últimos 15 anos (no mínimo) também assegura mais uma Canga de serviço público considerado essencial aos portugueses,

que, por mero acaso (o valor do ónus), não terá a ver com os vencimentos exorbitantes que os seus revoltados funcionários contra o sistema político vigente (que dá pelo nome de “democracia”) auferem;


E que custa aos cofres do Estado cerca de 1.000.000,00 Euros por dia.


(é verdade, um milhão de euros por dia, um pouco mais de 200.000 contos em história antigas, ao dia, em verdadeira sopa de almece recheada a banho de oiro, devidamente escarrada e cuspida pelos tais competentes e zelosos colaboradores)


Mas a maior de todas as curiosidades desta parafernália consiste no pequeno evento do serviço público em questão ter uma clientela (em número de utilizadores do “tal” serviço público) em valor de grandeza absurdo e um escândalo nacional.



(…)
 

Mas enfim…


(…)



E para compor estas "lamúrias à desgarrada" mais uma história importante;

Nós, os portugueses, pagamos autoestradas e serviços duvidosos de hospital prestados em clínicas de luxo, e a preços também de luxo, com os quais o orçamento gasta mais alguns muitos milhões (…);

Ou seja, 4,5 mil milhões + 1,5 mil milhões em cada ano económico (incluindo o de 2012 e os seguintes),

e portanto cerca de 6 mil milhões/ano numa operação política que dá pelo nome de "PPP (s)".


Canga muito especial e espetacular para o Estado Português paga pelos impostos dos portugueses !!



(…)
 

Mas enfim…



(…)



Portanto,

que não sobrem dúvidas (de qualquer espécie) que este Governo de Portugal é o melhor dos últimos 15 anos,

o que conseguirá descrever de forma clara aquilo que tem acontecido em Portugal de governação política e económica.


Situação que será a “causa das coisas” daquilo que está a acontecer neste momento.


(…)



O que faltava contar está contado,

será um discurso pessoal e tendencioso,

mas poderá ser a verdade dos factos.



(…)



Em conformidade,

poderemos dizer que o “Velho do Restelo” olha para nós de esguelha pelo seu lado esquerdo e sobrevive em Times Square.
 

(…)






[etc. …………….]





quinta-feira, 5 de abril de 2012

A GERAÇÃO JARDIM DO SOL (upgrade 1)

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(…)

Uma geração vai-se, e outra geração vem, mas a terra permanece para sempre.


O sol nasce, e o sol se põe, e corre de volta ao seu lugar donde nasce.



O vento vai para o sul, e faz o seu giro vai para o norte; volve-se e revolve-se na sua carreira, e retoma os seus circuitos.



Todos os ribeiros vão para o mar, e contudo o mar não se enche; ao lugar para onde os rios correm, para ali continuam a correr.



Todas as coisas estão cheias de cansaço; ninguém o pode exprimir: os olhos não se fartam de ver, nem os ouvidos se enchem de ouvir.



O que tem sido, isso é o que há de ser; e o que se tem feito, isso se tornará a fazer; nada há que seja novo debaixo do sol.



Há alguma coisa de que se possa dizer: Você, isto é novo? Ela já existiu nos séculos que foram antes de nós.



Já não há lembrança das gerações passadas; nem das gerações futuras haverá lembrança entre os que virão depois delas.

(…)

[passagens da Bíblia sobre o episódio "Tudo é ilusão"]
…………………………

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As “gerações” de homens e mulheres serão um bom pensamento crítico para dizer algo de vazio, uma boa desculpa (provável) para o nosso cinismo,
e para a falta de vocabulário político.
 

X, Y ou Z (ou antes alfa, beta, talvez charlie) são aquilo que parecem, nomes de logotipos que marcaram a agenda política de pessoas que precisam de caracterizar o mundo “que pula e avança” ainda que seja para um “local” desconhecido e improvável.

(ou o contrário)


A realidade é muito simples e diz-se assim:

_ hoje (em 05ABR2012) ainda viveríamos na “Idade Média” se não fossem alguns corajosos e destemidos imporem a mudança pelo género político de uma atuação profissional num modelo de funcionamento operativo competente.

Claro que “Isto” será muito polémico (e presunçoso até…),
e diz-se que“só se justifica quem perde”,

porque os vencedores rejubilam com a vitória alcançada.



Tudo parece ser verdade,
mas (na verdade) nomes há muitos e obras há poucas,

daquelas que vale a pena contar a história,

pensar e falar,

discutir o futuro risonho com base num passado conciencializado e rico de valor acrescentado de experiência feita.


(….)


A Geração Jardim do Sol.

Aparentemente é só mais uma,
que trará as suas ideias e maneiras de fazer aquilo que outros já fizeram de maneira diferente.


Com um pouco de sorte, talvez, novos resultados prometedores para novas realidades de uma “terra mais feliz”, próspera e propiciadora de riqueza política e social.

É indiscutível que “a malta” gosta mais do sofá (ou até do cadeirão de baloiço) e duma “bojeca” apetitosa digerida com prazer relativamente a algumas outras gentes de outras épocas na moda;
e também será verdade que apreciamos a qualidade e a vida de forma e maneira muito “à nossa maneira”,

talvez porque seremos muito práticos no método e no resultado a atingir.


Não nos intimidamos com as dificuldades da mente, as diabruras de quem não concorda com a (nossa) evolução para a cidade,
e não temos medo da nossa incapacidade de “fazer” resultados práticos adequados a todas as realidades e gostos específicos e pessoais.


Portanto, como outras gerações já fora do plateau, não somos perfeitos e nunca seremos;
E não temos dúvidas nem receios sobre “isso”, contando novamente os nossos principais receios.


Tivemos as nossas dificuldades importantes em aprender e saber lidar com a nossa dificuldade de vida neste mundo cada vez mais sabedor de nós próprios,
e da maneira (muito) nossa de pensar o mundo.

Como já é sabido de todos e antigo “cada um é como é”,
e “Isso” nunca foi tão verdade como agora,

incluindo na lista de endereços nós próprios que criámos um mundo à nossa maneira no qual nos tornámos a sua natureza e beleza natural,

paisagem por proteger poluída por uma sujidade intrusiva vomitada por agentes malfeitores para o “Sistema Legal” (e institucional) para eles extranho, perigoso, agressivo e hostil.


E a vida será assim mesmo,
dizem e é verdade,

e amanhã é quinta-feira e no dia seguinte sexta,
depois será sábado e domingo no dia a seguir.


Depois virá outra semana igual na sua natureza religiosa.


A geração a seguir vai ter a sua apreciação própria, feitos de realce e histórias para contar,
e as outras por contar.
Será sempre assim,
por isso uma sugestão óbvia,

deixemo-nos de tretas e trabalhemos por um Mundo Melhor. (!!....)


Fazemos bem e sempre poderá ser o ideal para todos.



(etc. …………..)


§§§§§ / §§§§§


ANEXO – ILUSTRAÇÃO TEMÁTICA:
 

………………..


“…
 

Sítios Internet Sugeridos:





     3. http://vocesa.abril.com.br/blog/estagiario-y/2011/10/28/herois-reais/
 
     
     4. http://professordigital.wordpress.com/2012/01/08/educacao-tics-e-diversao/



##### / #####
de:




Esta é a geração do reality show. Ao invés de fazer, assiste. Assiste as pessoas cantando, dançando, escolhendo um marido ou uma mulher, fazendo grandes transformações em suas casas e em seus visuais, aprendendo a cuidar da família, perdendo peso, indo para a reabilitação, enfim, sobrevivendo.
E a natureza voyeur dos seres humanos tem se espalhado na vida quotidiana. Graças ao Facebook, Twitter, Google +, YouTube e uma série de outras redes sociais, todo o mundo agora é verdadeiramente um palco e todos são jogadores do reality show da vida.


Observar os acontecimentos e depois comentar sobre eles nas redes sociais se tornou uma religião. As pessoas esperam ansiosamente pela próxima celebridade que vai dar vexame, por outro político que será flagrado em um escândalo sexual, pelo veredito de um julgamento polémico ou simplesmente por um amigo que vai fazer algo tão estúpido que será rapidamente adorado no altar das plataformas sociais, onde serão feitas oferendas de opiniões, piadas, comentários, etc.
No passado, os cidadãos contavam onde estavam quando ocorria um evento histórico, como o assassinato de Kennedy, a explosão de um ónibus espacial ou os ataques de 11 de setembro. No futuro, os homens de hoje irão recordar o que tweetaram, o que publicaram ou o que leram em seu mural sobre tais e tais eventos.


De acordo com Dean Obeidallah, comediante que se apresenta em vários programas nos Estados Unidos, utilizar as redes sociais é, sim, divertido e cada um é culpado por fazer a mesma coisa. Mas, para ele, fica uma crescente preocupação: essa geração está se tornando a mais preguiçosa?

As redes sociais estão se tornando o ópio das massas, seduzindo e fazendo todos acreditarem que apenas comentando um fato estão de alguma forma rindo no mundo?


Será que essa geração vai deixar algum legado ou simplesmente milhões de tweets?
Basta olhar para as gerações anteriores: na década de 40 e 50, houve uma geração de praticantes, que através da sua dedicação, ética e sacrifício, fizeram dos Estados Unidos uma superpotência económica.


Eles foram seguidos nos anos 60 e no início dos anos 70 por uma geração que foi às ruas para se opor à Guerra do Vietname e pressionar o governo por direitos civis, fazendo a política americana mudar tanto externa, quanto internamente.
Ao contrário do ativismo do passado, muitos, hoje, se realizam apenas em clicar em “Like”, assinar uma petição online ou retweetar os pensamentos de alguém.


É um bom começo, segundo Obeidallah, mas é preciso mais do que isso para realizar mudanças significativas. É preciso olhar mais longe, para as revoluções ocráticas recentes no mundo árabe, por exemplo. Os manifestantes recorreram, sim, às redes sociais, mas não basta postar comentários no mural das pessoas no Facebook e sentar; eles tomaram as ruas e arriscaram suas vidas para efetivar as mudanças. Todos os tweets do mundo não seriam capazes de levar os presidentes do Egito ou da Tunísia a renunciarem.

O que é mais provável que leve essa geração às ruas para protestar: uma questão política ou cobrar pelo uso do Facebook?
Nesse mundo cada vez mais complexo e desafiador, parece que um único indivíduo não pode ter um impacto sobre os problemas que nosso país ou o nosso planeta enfrenta. Mas cada um pode ser a mudança que o mundo precisa.


Para Obeidallah, não é necessário defender que se deixe de usar as redes sociais, mas se houver uma mudança que realmente precise ser feita, vai demorar mais do que escrever um tweet de 140 caracteres e será mais trabalhoso que atualizar um status no Facebook. [CNN]

…”


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