A Inteligência Militar é uma vantagem preciosa ou uma “ameaça real” ??
E, nesse caso, porquê ??
(pergunta natural para quem gosta de respostas)
Parece ser boa “verdade desportiva” que em equipa que ganha não se muda nada,
Ou pouca coisa, para que não mude muito na sorte do “jogo”,
Nacional, da Pátria, do Estado e da
Nação;
Do Povo
Português.(…..)
O
“Sistema
Echelon”
é a maior rede de satélites espiões do mundo disponível para os Serviços
Secretos Militares Americanos, embora (por mera curiosidade intelectual) um
Sistema de Inteligência operado e explorado pela NSA
(National Security Agency),
agência de inteligência americana.
Em conformidade com “isso”, a Inteligência Militar será (de forma geral e transversal) a mais secreta e “bem armada” Agência de Informações e Segurança em qualquer Pátria deste mundo e do outro;
Incluindo
no ramalhete do conjunto Portugal, uma Nação “esquisita” pela própria natureza
da sua organização política e da respectiva comunidade cultural.
(… e “esta” será sem ofensa nenhuma
pela singela razão de ser verdade, e ser “assim” a nossa vida de portugueses de
Portugal)
(…..)
O Sistema C4I – Comando, Controlo, Comunicações, Computação e Inteligência é de há muito “peça” fundamental na conduta estratégica e operacional de qualquer “sistema militar” do mundo no que respeita a programação, planeamento, coordenação, execução e avaliação de toda e qualquer “operação”, ou apenas na conduta passiva de “vigilância do campo de batalha”.
(real ou potencial)
A junção da figura “Computação” (relativamente recente) deve-se à extraordinária evolução das tecnologias informáticas (hardware) e respectivas potencialidades acessórias e periféricas no que respeita à sua capacidade multi-funcional de aplicação, permitindo tirar proveito de capacidades de aquisição, processamento, análise e transmissão de dados em tempo real e operativo (“on line”) nunca antes passíveis de serem alcançadas.
(..…)
E
aquilo que diz respeito a Portugal ??
Nós não somos pioneiros, somos
seguidores do melhor que se faz no mundo, e “isso” chama-se “Americano” e
“NATO”, as nossas fontes de doutrina e de conduta técnica
operacional;
E será a esse nível que toma um formato
na expressão idiomática “Human Intelligence” (HUMINT),
“Inteligência Humana”, que nós entramos com as nossas “mezinhas, elixires, rezas
tribais, conversas ao ouvido” e outras atitudes de competência e bem servir a
Nação Portuguesa.
(que alguns resultados importantes tem
congregado para si e para os “seus”)
Claro que também teremos (de forma pretensiosamente semelhante) os nossos segredos bem guardados que não são públicos, como é bom de ver;
Nem
poderiam, caso contrário não existiriam e seriam outra coisa qualquer
descaracterizada.
De resto (ou no “resto”) está tudo bem (graças a Deus), recomenda-se o “tratamento”, e a sua aplicação é estritamente militar,
(entenda-se bem a
“coisa”),
Como
é de bom-tom em termos formais.
(etc.
……..)
§§§§§§§§
// §§§§§§§§
ANEXO – ILUSTRAÇÃO TEMÁTICA:
………………..
“…
de:
Satélites
são poderosas ferramentas de estratégia militar
As
imagens captadas por satélites são informações estratégicas preciosas, que se
tornam cada vez mais imprescindíveis nas operações de defesa internacionais, bem
como nas decisões tácticas da guerra moderna.
É
tal a dependência, que esses artefactos passaram a ser conhecidos como os olhos
e ouvidos da inteligência militar.
Se
já é grande a capacidade de resolução dos satélites comerciais, que observam o
dia-a-dia das cidades, o rastreamento efectuado por um satélite militar de uso
exclusivo do Pentágono (o ministério da Defesa norte-americano), pode atingir
impressionante visualização, fornecendo localizações geográficas para mísseis e
bombas e dando suporte a todas as acções militares.
Sem
os satélites, seria impossível manter conectadas todas as forças
bélicas.
Aviões,
submarinos, navios e tanques só se comunicam porque os satélites funcionam como
antenas, captando e retransmitindo informações traduzidas por impulsos
eléctricos.
Esses
verdadeiros espiões electrónicos são lançados ao espaço por foguetes e milhares
estão em órbita no espaço, mas não há estatísticas
oficiais.
Há
veículos de várias nacionalidades, russos, israelitas, chineses, franceses, até
brasileiros.
A
maior parte, entretanto, é norte-americana.
Desde
o lançamento do Corona,
primeiro satélite de reconhecimento usado pela CIA,
em 1958, foi impressionante o desenvolvimento científico e tecnológico da
área.
A
caçada a Osama Bin Laden e seus seguidores da Al Qaeda, no Afeganistão, foi
feita por uma constelação de satélites militares e
comerciais.
Assim
como o acompanhamento das tropas das forças de países que apoiavam os Taliban,
como o Iraque, o Irão e o Paquistão, foram monitorizadas pela inteligência
militar dos EUA por meio de satélites de espionagem.
Apesar
de seus próprios satélites serem capazes de obter imagens muito precisas, o
Departamento de Defesa norte-americano, adquiriu direitos exclusivos de imagens
feitas por satélites comerciais do território do
Afeganistão.
O
objectivo era obter uma visão completa do território afegão e impedir que
qualquer outro país ou veículo de imprensa, tivesse acesso às imagens da zona de
conflito.
Segundo
a Agência Estado, foi firmado um contrato com a empresa Space Imaging Inc., com
sede em Denver, da ordem de milhões de dólares, para o fornecimento de imagens
feitas pelo satélite comercial Ikonos, contratado com
exclusividade.
Um
executivo da empresa afirmou que os EUA pagaram não apenas pelos direitos
exclusivos, mas pelo tempo que o satélite esteve sobre a área de conflito, o que
impede que qualquer pessoa possa ter acesso a essas
fotos.
As
melhores imagens feitas pelo satélite
Ikonos têm precisão de um metro, o que significa que se pode
distinguir objectos com essa dimensão máxima. O satélite opera a 680km de altura
e dá uma volta ao redor da Terra em 98 minutos.
Com
tanta tecnologia, estariam contados os dias de Bin
Laden?
Não,
respondem unanimemente os especialistas, citando o ocorrido na Guerra do Golfo
quando Saddam Hussein sempre escapou dos olhos
electrónicos.
"Do espaço, tem-se uma visão vertical.
Os satélites vêem principalmente o topo da cabeça de alguém.
Identificar
uma pessoa do alto não é possível", explica Steven Aftergood, da Federação de
Cientistas Americanos (FAS).
Segundo
informações divulgadas pela Comissão do Parlamento Europeu de Estrasburgo -
criada para investigar a extensão da espionagem industrial e comercial
norte-americana sobre seus aliados da União Europeia - a chamada Rede Echelon,
disponível aos estrategistas militares americanos, é um conjunto de satélites
capazes de registar pequenos detalhes em terra.
O
projecto Echelon, considerado a maior e mais sofisticada de todas as operações
de espionagem, é um sistema de vigilância global que utiliza uma combinação de
120 satélites e sensíveis estações de escuta, que captam e analisam conversas e
comunicações electrónicas que cruzam o mundo - telefonemas, fax, telex, correio
electrónico - além de sinais de rádio.
Ela
inicialmente foi implantada para recolher o máximo de informações sobre a União
Soviética e seus aliados.
Com
a queda do bloco soviético pensou-se que o Echelon seria paralisado ou
desactivado, mas o sistema não só não foi desactivado como, pelo contrário,
cresceu e refinou-se.
Administrado
pela super secreta NSA
(National Security Agency) dos EUA e operado com a colaboração
de agências similares da Inglaterra (GCHQ -
Government Communications Headquarters), Austrália, Canadá, e
Nova Zelândia, ele é capaz de processar, diariamente, até 2 bilhões de dados,
filtrando-os por meio de um sistema de inteligência
artificial.
O
relatório dessa Comissão menciona ainda que, graças ao sofisticado sistema de
interceptação de informações, empresas dos Estados Unidos ganharam super
contratos que disputavam com grupos franceses.
Um
deles foi o do Sistema
de Vigilância da Amazónia (Sivam), que causou tanta polémica no
Brasil e acabou favorecendo a empresa Raytheon
na concorrência com a Thomson
francesa.
A
Raytheon, que ganhou o contrato para instalar as bases do Sivam no valor de US$
1,4 bilhão, é quem faz a montagem e manutenção de todas as bases da NSA e do
Echelon no mundo.
A
Raytheon Company é especialista no desenvolvimento dos chamados "Sistemas
Electrónicos de Defesa", tendo sido a primeira empresa a desenvolver os sistemas
de mísseis teleguiados, com capacidade para atingir alvos em movimento, em
1948.
Foi
ela também que desenvolveu o sistema computacional do veículo espacial, que
levou os astronautas, Neil Armstrong e Edwin Aldrin, a dar o primeiro passeio na
Lua em sua histórica jornada.
Um dos seus principais produtos, resultante de nove anos de pesquisas contratadas pelo governo americano, foram os mísseis de defesa Patriots (PAC-1/2), que fizeram sucesso na Guerra do Golfo em 1991 ao interceptar e destruir os mísseis "Scud" usados pelo Iraque.
Uma das suas principais colaboradoras é a empresa Space Imaging do satélite Ikonos.
§§§§§
// §§§§§
de:
“
Era o “inimigo número um” da América
e foi morto esta segunda-feira numa operação em Abbottabad, no Paquistão. O fim
de Osama Bin Laden não é o fim da Al-Qaeda, mas “tornou o mundo mais seguro”,
disse o Presidente norte-americano Barack Obama. “Foi feita
justiça”.
”
…”
………………..
Sem comentários:
Enviar um comentário