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(…)
Uma
geração vai-se, e outra geração vem, mas a terra permanece para sempre.
O sol nasce, e o sol se põe, e
corre de volta ao seu lugar donde nasce.
O vento vai para o sul, e faz
o seu giro vai para o norte; volve-se e revolve-se na sua carreira, e retoma os
seus circuitos.
Todos os ribeiros vão para o
mar, e contudo o mar não se enche; ao lugar para onde os rios correm, para ali
continuam a correr.
Todas as coisas estão cheias
de cansaço; ninguém o pode exprimir: os olhos não se fartam de ver, nem os
ouvidos se enchem de ouvir.
O que tem sido, isso é o que há de ser; e o que se tem
feito, isso se tornará a fazer; nada há que seja novo debaixo do sol.
Há alguma coisa de que se
possa dizer: Você, isto é novo? Ela já existiu nos séculos que foram antes de
nós.
Já não há lembrança das
gerações passadas; nem das gerações futuras haverá lembrança entre os que virão
depois delas.
(…)
[passagens da Bíblia sobre o episódio "Tudo é
ilusão"]
…………………………
»»»»»»»»
As “gerações” de
homens e mulheres serão um bom pensamento crítico para dizer algo de vazio, uma
boa desculpa (provável) para o nosso cinismo,
e para a falta de
vocabulário político.
X, Y ou Z (ou antes
alfa, beta, talvez charlie) são aquilo que parecem, nomes de logotipos que
marcaram a agenda política de pessoas que precisam de caracterizar o mundo “que
pula e avança” ainda que seja para um “local” desconhecido e
improvável.
(ou o
contrário)
A realidade é muito
simples e diz-se assim:
_ hoje (em 05ABR2012)
ainda viveríamos na “Idade Média” se não fossem alguns corajosos e destemidos
imporem a mudança pelo género político de uma atuação profissional num modelo de
funcionamento operativo competente.
Claro que “Isto” será
muito polémico (e presunçoso até…),
e diz-se que“só se
justifica quem perde”, porque os vencedores rejubilam com a vitória alcançada.
Tudo parece ser
verdade,
mas (na verdade) nomes
há muitos e obras há poucas,daquelas que vale a pena contar a história,
pensar e falar,
discutir o futuro
risonho com base num passado conciencializado e rico de valor acrescentado de
experiência feita.
(….)
A Geração Jardim do
Sol.
Aparentemente é só
mais uma,
que trará as suas
ideias e maneiras de fazer aquilo que outros já fizeram de maneira
diferente.
Com um pouco de sorte,
talvez, novos resultados prometedores para novas realidades de uma “terra mais
feliz”, próspera e propiciadora de riqueza política e
social.
É indiscutível que “a
malta” gosta mais do sofá (ou até do cadeirão de baloiço) e duma “bojeca”
apetitosa digerida com prazer relativamente a algumas outras gentes de outras
épocas na moda;
e também será verdade
que apreciamos a qualidade e a vida de forma e maneira muito “à nossa
maneira”,
talvez porque seremos
muito práticos no método e no resultado a
atingir.
Não nos intimidamos
com as dificuldades da mente, as diabruras de quem não concorda com a (nossa)
evolução para a cidade,
e não temos medo da
nossa incapacidade de “fazer” resultados práticos adequados a todas as
realidades e gostos específicos e
pessoais.
Portanto, como outras
gerações já fora do plateau, não somos perfeitos e nunca
seremos;
E não temos dúvidas
nem receios sobre “isso”, contando novamente os nossos principais
receios.
Tivemos as nossas
dificuldades importantes em aprender e saber lidar com a nossa dificuldade de
vida neste mundo cada vez mais sabedor de nós
próprios,
e da maneira (muito)
nossa de pensar o mundo.
Como já é sabido de
todos e antigo “cada um é como é”,
e “Isso” nunca foi tão
verdade como agora,incluindo na lista de endereços nós próprios que criámos um mundo à nossa maneira no qual nos tornámos a sua natureza e beleza natural,
paisagem por proteger
poluída por uma sujidade intrusiva vomitada por agentes malfeitores para o
“Sistema Legal” (e institucional) para eles extranho, perigoso, agressivo e
hostil.
E a vida será assim
mesmo,
dizem e é
verdade,
e amanhã é
quinta-feira e no dia seguinte sexta,
depois será sábado e
domingo no dia a seguir.
Depois virá outra
semana igual na sua natureza religiosa.
A geração a seguir vai
ter a sua apreciação própria, feitos de realce e histórias para
contar,
e as outras por
contar.
Será sempre
assim,
por isso uma sugestão
óbvia,
deixemo-nos de tretas
e trabalhemos por um Mundo Melhor. (!!....)
Fazemos bem e sempre
poderá ser o ideal para todos.
(etc.
…………..)
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ANEXO – ILUSTRAÇÃO TEMÁTICA:
………………..
“…
Sítios Internet Sugeridos:
3. http://vocesa.abril.com.br/blog/estagiario-y/2011/10/28/herois-reais/
4. http://professordigital.wordpress.com/2012/01/08/educacao-tics-e-diversao/
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de:
Esta é a geração do
reality show. Ao invés de fazer, assiste. Assiste as pessoas cantando, dançando,
escolhendo um marido ou uma mulher, fazendo grandes transformações em suas casas
e em seus visuais, aprendendo a cuidar da família, perdendo peso, indo para a
reabilitação, enfim, sobrevivendo.
E a natureza voyeur
dos seres humanos tem se espalhado na vida quotidiana. Graças ao Facebook,
Twitter, Google +, YouTube e uma série de outras redes sociais, todo o mundo
agora é verdadeiramente um palco e todos são jogadores do reality show da
vida.
Observar os
acontecimentos e depois comentar sobre eles nas redes sociais se tornou uma
religião. As pessoas esperam ansiosamente pela próxima celebridade que vai dar
vexame, por outro político que será flagrado em um escândalo sexual, pelo
veredito de um julgamento polémico ou simplesmente por um amigo que vai fazer
algo tão estúpido que será rapidamente adorado no altar das plataformas sociais,
onde serão feitas oferendas de opiniões, piadas, comentários,
etc.
No passado, os
cidadãos contavam onde estavam quando ocorria um evento histórico, como o
assassinato de Kennedy, a explosão de um ónibus espacial ou os ataques de 11 de
setembro. No futuro, os homens de hoje irão recordar o que tweetaram, o que
publicaram ou o que leram em seu mural sobre tais e tais
eventos.
De acordo com Dean
Obeidallah, comediante que se apresenta em vários programas nos Estados Unidos,
utilizar as redes sociais é, sim, divertido e cada um é culpado por fazer a
mesma coisa. Mas, para ele, fica uma crescente preocupação: essa geração está se
tornando a mais preguiçosa?
As redes sociais estão se tornando o ópio das massas, seduzindo e fazendo todos acreditarem que apenas comentando um fato estão de alguma forma rindo no mundo?
Será que essa geração
vai deixar algum legado ou simplesmente milhões de
tweets?
Basta olhar para as
gerações anteriores: na década de 40 e 50, houve uma geração de praticantes, que
através da sua dedicação, ética e sacrifício, fizeram dos Estados Unidos uma
superpotência económica.
Eles foram seguidos
nos anos 60 e no início dos anos 70 por uma geração que foi às ruas para se opor
à Guerra do Vietname e pressionar o governo por direitos civis, fazendo a
política americana mudar tanto externa, quanto
internamente.
Ao contrário do
ativismo do passado, muitos, hoje, se realizam apenas em clicar em “Like”,
assinar uma petição online ou retweetar os pensamentos de
alguém.
É um bom começo,
segundo Obeidallah, mas é preciso mais do que isso para realizar mudanças
significativas. É preciso olhar mais longe, para as revoluções ocráticas
recentes no mundo árabe, por exemplo. Os manifestantes recorreram, sim, às redes
sociais, mas não basta postar comentários no mural das pessoas no Facebook e
sentar; eles tomaram as ruas e arriscaram suas vidas para efetivar as mudanças.
Todos os tweets do mundo não seriam capazes de levar os presidentes do Egito ou
da Tunísia a renunciarem.
O que é mais provável
que leve essa geração às ruas para protestar: uma questão política ou cobrar
pelo uso do Facebook?
Nesse mundo cada vez
mais complexo e desafiador, parece que um único indivíduo não pode ter um
impacto sobre os problemas que nosso país ou o nosso planeta enfrenta. Mas cada
um pode ser a mudança que o mundo precisa.
Para Obeidallah, não é
necessário defender que se deixe de usar as redes sociais, mas se houver uma
mudança que realmente precise ser feita, vai demorar mais do que escrever um
tweet de 140 caracteres e será mais trabalhoso que atualizar um status no
Facebook. [CNN]
…”
………………..
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