quinta-feira, 5 de abril de 2012

A GERAÇÃO JARDIM DO SOL (upgrade 1)

http://conversas666.blogspot.com



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(…)

Uma geração vai-se, e outra geração vem, mas a terra permanece para sempre.


O sol nasce, e o sol se põe, e corre de volta ao seu lugar donde nasce.



O vento vai para o sul, e faz o seu giro vai para o norte; volve-se e revolve-se na sua carreira, e retoma os seus circuitos.



Todos os ribeiros vão para o mar, e contudo o mar não se enche; ao lugar para onde os rios correm, para ali continuam a correr.



Todas as coisas estão cheias de cansaço; ninguém o pode exprimir: os olhos não se fartam de ver, nem os ouvidos se enchem de ouvir.



O que tem sido, isso é o que há de ser; e o que se tem feito, isso se tornará a fazer; nada há que seja novo debaixo do sol.



Há alguma coisa de que se possa dizer: Você, isto é novo? Ela já existiu nos séculos que foram antes de nós.



Já não há lembrança das gerações passadas; nem das gerações futuras haverá lembrança entre os que virão depois delas.

(…)

[passagens da Bíblia sobre o episódio "Tudo é ilusão"]
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As “gerações” de homens e mulheres serão um bom pensamento crítico para dizer algo de vazio, uma boa desculpa (provável) para o nosso cinismo,
e para a falta de vocabulário político.
 

X, Y ou Z (ou antes alfa, beta, talvez charlie) são aquilo que parecem, nomes de logotipos que marcaram a agenda política de pessoas que precisam de caracterizar o mundo “que pula e avança” ainda que seja para um “local” desconhecido e improvável.

(ou o contrário)


A realidade é muito simples e diz-se assim:

_ hoje (em 05ABR2012) ainda viveríamos na “Idade Média” se não fossem alguns corajosos e destemidos imporem a mudança pelo género político de uma atuação profissional num modelo de funcionamento operativo competente.

Claro que “Isto” será muito polémico (e presunçoso até…),
e diz-se que“só se justifica quem perde”,

porque os vencedores rejubilam com a vitória alcançada.



Tudo parece ser verdade,
mas (na verdade) nomes há muitos e obras há poucas,

daquelas que vale a pena contar a história,

pensar e falar,

discutir o futuro risonho com base num passado conciencializado e rico de valor acrescentado de experiência feita.


(….)


A Geração Jardim do Sol.

Aparentemente é só mais uma,
que trará as suas ideias e maneiras de fazer aquilo que outros já fizeram de maneira diferente.


Com um pouco de sorte, talvez, novos resultados prometedores para novas realidades de uma “terra mais feliz”, próspera e propiciadora de riqueza política e social.

É indiscutível que “a malta” gosta mais do sofá (ou até do cadeirão de baloiço) e duma “bojeca” apetitosa digerida com prazer relativamente a algumas outras gentes de outras épocas na moda;
e também será verdade que apreciamos a qualidade e a vida de forma e maneira muito “à nossa maneira”,

talvez porque seremos muito práticos no método e no resultado a atingir.


Não nos intimidamos com as dificuldades da mente, as diabruras de quem não concorda com a (nossa) evolução para a cidade,
e não temos medo da nossa incapacidade de “fazer” resultados práticos adequados a todas as realidades e gostos específicos e pessoais.


Portanto, como outras gerações já fora do plateau, não somos perfeitos e nunca seremos;
E não temos dúvidas nem receios sobre “isso”, contando novamente os nossos principais receios.


Tivemos as nossas dificuldades importantes em aprender e saber lidar com a nossa dificuldade de vida neste mundo cada vez mais sabedor de nós próprios,
e da maneira (muito) nossa de pensar o mundo.

Como já é sabido de todos e antigo “cada um é como é”,
e “Isso” nunca foi tão verdade como agora,

incluindo na lista de endereços nós próprios que criámos um mundo à nossa maneira no qual nos tornámos a sua natureza e beleza natural,

paisagem por proteger poluída por uma sujidade intrusiva vomitada por agentes malfeitores para o “Sistema Legal” (e institucional) para eles extranho, perigoso, agressivo e hostil.


E a vida será assim mesmo,
dizem e é verdade,

e amanhã é quinta-feira e no dia seguinte sexta,
depois será sábado e domingo no dia a seguir.


Depois virá outra semana igual na sua natureza religiosa.


A geração a seguir vai ter a sua apreciação própria, feitos de realce e histórias para contar,
e as outras por contar.
Será sempre assim,
por isso uma sugestão óbvia,

deixemo-nos de tretas e trabalhemos por um Mundo Melhor. (!!....)


Fazemos bem e sempre poderá ser o ideal para todos.



(etc. …………..)


§§§§§ / §§§§§


ANEXO – ILUSTRAÇÃO TEMÁTICA:
 

………………..


“…
 

Sítios Internet Sugeridos:





     3. http://vocesa.abril.com.br/blog/estagiario-y/2011/10/28/herois-reais/
 
     
     4. http://professordigital.wordpress.com/2012/01/08/educacao-tics-e-diversao/



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de:




Esta é a geração do reality show. Ao invés de fazer, assiste. Assiste as pessoas cantando, dançando, escolhendo um marido ou uma mulher, fazendo grandes transformações em suas casas e em seus visuais, aprendendo a cuidar da família, perdendo peso, indo para a reabilitação, enfim, sobrevivendo.
E a natureza voyeur dos seres humanos tem se espalhado na vida quotidiana. Graças ao Facebook, Twitter, Google +, YouTube e uma série de outras redes sociais, todo o mundo agora é verdadeiramente um palco e todos são jogadores do reality show da vida.


Observar os acontecimentos e depois comentar sobre eles nas redes sociais se tornou uma religião. As pessoas esperam ansiosamente pela próxima celebridade que vai dar vexame, por outro político que será flagrado em um escândalo sexual, pelo veredito de um julgamento polémico ou simplesmente por um amigo que vai fazer algo tão estúpido que será rapidamente adorado no altar das plataformas sociais, onde serão feitas oferendas de opiniões, piadas, comentários, etc.
No passado, os cidadãos contavam onde estavam quando ocorria um evento histórico, como o assassinato de Kennedy, a explosão de um ónibus espacial ou os ataques de 11 de setembro. No futuro, os homens de hoje irão recordar o que tweetaram, o que publicaram ou o que leram em seu mural sobre tais e tais eventos.


De acordo com Dean Obeidallah, comediante que se apresenta em vários programas nos Estados Unidos, utilizar as redes sociais é, sim, divertido e cada um é culpado por fazer a mesma coisa. Mas, para ele, fica uma crescente preocupação: essa geração está se tornando a mais preguiçosa?

As redes sociais estão se tornando o ópio das massas, seduzindo e fazendo todos acreditarem que apenas comentando um fato estão de alguma forma rindo no mundo?


Será que essa geração vai deixar algum legado ou simplesmente milhões de tweets?
Basta olhar para as gerações anteriores: na década de 40 e 50, houve uma geração de praticantes, que através da sua dedicação, ética e sacrifício, fizeram dos Estados Unidos uma superpotência económica.


Eles foram seguidos nos anos 60 e no início dos anos 70 por uma geração que foi às ruas para se opor à Guerra do Vietname e pressionar o governo por direitos civis, fazendo a política americana mudar tanto externa, quanto internamente.
Ao contrário do ativismo do passado, muitos, hoje, se realizam apenas em clicar em “Like”, assinar uma petição online ou retweetar os pensamentos de alguém.


É um bom começo, segundo Obeidallah, mas é preciso mais do que isso para realizar mudanças significativas. É preciso olhar mais longe, para as revoluções ocráticas recentes no mundo árabe, por exemplo. Os manifestantes recorreram, sim, às redes sociais, mas não basta postar comentários no mural das pessoas no Facebook e sentar; eles tomaram as ruas e arriscaram suas vidas para efetivar as mudanças. Todos os tweets do mundo não seriam capazes de levar os presidentes do Egito ou da Tunísia a renunciarem.

O que é mais provável que leve essa geração às ruas para protestar: uma questão política ou cobrar pelo uso do Facebook?
Nesse mundo cada vez mais complexo e desafiador, parece que um único indivíduo não pode ter um impacto sobre os problemas que nosso país ou o nosso planeta enfrenta. Mas cada um pode ser a mudança que o mundo precisa.


Para Obeidallah, não é necessário defender que se deixe de usar as redes sociais, mas se houver uma mudança que realmente precise ser feita, vai demorar mais do que escrever um tweet de 140 caracteres e será mais trabalhoso que atualizar um status no Facebook. [CNN]

…”


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