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GERAÇÃO
Y (a partir de 1978) >>> Com
o mundo relativamente estável, eles cresceram em uma década de valorização
intensa da infância, com internet, computador e educação mais sofisticada que as
gerações anteriores.
Ganharam autoestima e não se sujeitam a
atividades que não fazem sentido em longo prazo. Sabem trabalhar em rede e lidam
com autoridades como se eles fossem um colega de
turma.
…………………………
»»»»»»»»
A linhagem do tempo
feliz.
Será a história de gente que aprendeu a
pensar olhando para a janela digital do tempo e da
vida,
do sucesso e da derrota, do amor
emotivo e do sofrimento na catástrofe, tudo espreitado de fora para o interior
com o sentimento vivo do colorido quente dos acontecimentos nas coordenadas
virtuais de uma amplitude de igual
dimensão.
Mais uma vez será uma geração que “vai
mudar o mundo” (…),
como todas as outras anteriores e numa
maneira sua e pessoal,
de forma e estilo perigoso para a
comunidade instalada na burguesia relativa da sua
vida.
E talvez seja verdade, não sei (e não
sei se quero porque é incómodo), mas é preciso “falar com eles”, entender a sua
mensagem, comungar na medida do possível as suas pequenas e grandes vitórias
(…);
E as derrotas (que são nossas), tudo
numa sua imagem de marca e no seio íntimo da vida coletiva e comum da comunidade
envolvente.
(….)
A Geração Y é que é
!!...
Provavelmente a culpada de “tudo”,
agora,
e perigosa para o nosso
futuro.
(claro como
água…)
(….)
Eu também
!!
Não sei se posso dizer tal “coisa”, mas
nascido em maio de 62 “teria” cerca de 21 anos em 83,
e 31 em 93, data em que percebi que era
um “senhor gajo” com o evento adulto da consciência do nascimento da minha
geração “a seguir”.
Na realidade, penso ser um exemplo vivo
desta geração com Y,
cedo resolvi mudar as “coisas” mal
arrumadas,
porque serei um “arrumadinho” (ou
penteadinho, talvez, na minha careca modelo máquina
2),
e as tais “coisas” foram ficando
arrumadas segundo conceitos da época.
Claro que esse tempo e essa hera já
foram há alguns anos-luz mais atrás,
mas continuo saudoso da minha época,
agora que aceito falar
dela.
(e nesta proporção e
dimensão)
Claro que sou
culpado,
porque “estava” tudo um “desarrumo”
(…),e ficou muito melhor,
pelo menos com lucro assinalável aos
agentes deste negócio do estilismo político
(…).
As agências do serviço público nacional
(que dão cartas nesta matéria),
e avaliam as nossas prestações sempre
em baixo,
dão cartas sempre de cima,
talvez porque mandam “nisto”
(…).
Eu assumo as
culpas,
(como já
disse)as minhas e as outras,
somos nós, eu e a minha geração,
os culpados desta indigestão de
costumes políticos e sociais;
E estratégicos,
e…
Uma Pequena tragédia grega, segundo as
últimas boas notícias encorajantes para a nossa vida comum e
global.
(….)
Mal-me-quer, bem-me-quer,
Maldita,
Bendita,
Amor ou
ódio,
Paz ou
guerra,Sucesso ou desastre;
O Jogo da Glória em fase com a
época que corre os seus termos processuais na nossa vida
corrente.
(…..)
§§§§§ /
§§§§§
ANEXO
– ILUSTRAÇÃO TEMÁTICA:
………………..
“…
de:
Muitos
de nós trabalhamos para um público que nos atrai, mas também nos intriga, e são
os chamados Millennials,
Geração Y ou Next Generation, são as pessoas nascidas entre 1982
e 1993 (as datas são diversas e tem caráter apenas didático e não cientifico.
Segundo Sidnei Oliveira).
É a geração MTV, dos tênis “All Stars”, que viu o fim da Guerra Fria, a expansão das famílias não tradicionais, e lógico a revolução tecnológica; é a geração marcada por eventos como a queda do Muro de Berlim, a Guerra do Golfo, os ataques de 11 de setembro, a crise econômica global, os conflitos no oriente médio e plenamente envolvidos no nascimento da Internet no início dos anos 90 e do boom das Mídias Sociais como um estilo de vida.
(…), é inegável que os jovens vivem e
convivem nos meios de comunicação social e que os vêem como uma alavanca para
mudar as coisas, usando-os para aprender, para obter recomendações de outras
pessoas, para encontrar um produto ou uma marca, e/ou comentar sobre
ela.
Sintomas
de Geração Y
Geração
Y está ansiosa para aprender, e gosta de acompanhar os avanços
tecnológicos
Algo
muito positivo para captar rapidamente novos conceitos e formas de trabalho.
Esta Geração tem a facilidade de obter conhecimento de novas mídias em curto
prazo de tempo, conseguem melhor conceituar isso dentro da área de Marketing
Digital de uma Empresa.
Eles
mantêm uma concentração muito baixa, e se aborrecem muito
fácil
Esta
geração gosta de tarefas que ocupem pouco tempo e que forneçam resultados
concretos em curto prazo. Isso não significa que eles não gostam de trabalhar,
pelo contrário, estão muito entusiasmados, mas exigem satisfação imediata (como
aqueles obtidos em sua infância).
Eles
são impacientes
Eles
são ansiosos, não podem esperar para obter um melhor posto de trabalho, apesar
de recentemente terem iniciado o trabalho e não têm a experiência necessária.
Nessa parte de experiência eu discordo um pouco, às vezes as ações de trabalho
mais recentes são melhor trabalhadas pela geração Y, do que pelas
passadas.
Eles
são flexíveis (talvez demasiado)
A
variedade de opções que tem ao seu alcance os faz pensar que, se eles não
conseguirem o que querem de alguma forma eles obterão de outra. Isso afeta o
emprego na medida em que ao escolher um, muitos deles não trabalham
“por prazer”, mas sim “atrás de um salário alto” e os horários,
requisitos, salário e crescimento no emprego são cruciais na a escolha de
permanecer ou sair de um emprego.
“Multi-tasking”
Eles
desenvolvem uma grande habilidade para lidar com mais de uma tarefa ao mesmo
tempo. O que a princípio parece uma vantagem, pode se tornar um problema diante
da dispersão e do atraso que gera a multitarefa.
Relacionam-se
muito fácil nas Mídias Sociais
Esta
é uma questão óbvia, essa geração tem um poder de amizade fora do comum,
conversam com pessoas que nunca viram na vida, amizades que às vezes acabam
virando oportunidade de trabalho.
Além
disso, a sua recente adesão ao mercado de trabalho e sua forma de trabalho pode
trazer conflitos de integração com as gerações anteriores. Por isso, é
necessário saber como agir e estar vigilantes em exercício da
equipe.
Com
seus prós e contras, a Geração Y veio para ficar e metodologias ágeis vão
crescer com eles.
#### //
####
de:
Geração
Y
Eles já foram acusados de tudo:
distraídos, superficiais e até egoístas. Mas se preocupam com o ambiente, têm
fortes valores morais e estão prontos para mudar o
mundo
Rita
Loiola
|
| <><><>>
Com 20 e poucos anos, esses jovens são
os representantes da chamada Geração Y, um grupo que está, aos poucos,
provocando uma revolução silenciosa. Sem as bandeiras e o estardalhaço das
gerações dos anos 60 e 70, mas com a mesma força poderosa de mudança, eles sabem
que as normas do passado não funcionam - e as novas estão inventando sozinhos.
"Tudo é possível para esses jovens",
diz Anderson Sant'Anna, professor de comportamento humano da Fundação Dom
Cabral. "Eles querem dar sentido à vida, e rápido, enquanto fazem outras dez
coisas ao mesmo tempo."
Folgados, distraídos, superficiais e
insubordinados são outros adjetivos menos simpáticos para classificar os
nascidos entre 1978 e 1990. Concebidos na era digital, democrática e da ruptura
da família tradicional, essa garotada está acostumada a pedir e ter o que quer.
"Minha prioridade é ter liberdade nas minhas escolhas, fazer o que gosto e
buscar o melhor para mim", diz a estudante Priscila de Paula, de 23 anos. "Fico
muito insatisfeita se vejo que fui parar em um lugar onde faço coisas sem
sentido, que não me acrescentam nada."
A novidade é que esse "umbiguismo" não
é, necessariamente, negativo. "Esses jovens estão aptos a desenvolver a
autorrealização, algo que, até hoje, foi apenas um conceito", afirma Anderson
Sant'Anna. "Questionando o que é a realização pessoal e profissional e buscando
agir de acordo com seus próprios interesses, os jovens estão levando a sociedade
a um novo estágio, que será muito diferente do que
conhecemos."
Nessa etapa, "busca de significado" é a
expressão que dá sentido às coisas. Uma pesquisa da Fundação Instituto de
Administração (FIA/USP) realizada com cerca de 200 jovens de São Paulo revelou
que 99% dos nascidos entre 1980 e 1993 só se mantêm envolvidos em atividades que
gostam, e 96% acreditam que o objetivo do trabalho é a realização pessoal. Na
questão "qual pessoa gostariam de ser?", a resposta "equilibrado entre vida
profissional e pessoal" alcançou o topo, seguida de perto por "fazer o que gosta
e dá prazer". O estudo, desenvolvido por Ana Costa, Miriam Korn e Carlos
Honorato e apresentado em julho, tentou traçar um perfil dessa geração que está
dando problema para pais, professores e ao departamento de RH das
empresas.
BERÇO
DIGITAL
E essa conversa pode ser ao vivo, pelo
celular, e-mail, msn, Twitter ou qualquer outra ferramenta de comunicação que
venha a surgir no mundo. Essa é a primeira geração que não precisou aprender a
dominar as máquinas, mas nasceu com TV, computador e comunicação rápida dentro
de casa. Parece um dado sem importância, mas estudos americanos comprovam que
quem convive com ferramentas virtuais desenvolve um sistema cognitivo diferente.
Uma pesquisa do Departamento de
Educação dos Estados Unidos revelou que crianças que usam programas online para
aprender ficam nove pontos acima da média geral e são mais motivadas. "É a era
dos indivíduos multitarefas", afirma Carlos Honorato, professor da FIA. Ao mesmo
tempo em que estudam, são capazes de ler notícias na internet, checar a página
do Facebook, escutar música e ainda prestar atenção na conversa ao lado. Para
eles, a velocidade é outra. Os resultados precisam ser mais rápidos, e os
desafios, constantes.
É mais ou menos como se os nascidos nas
duas últimas décadas fossem um celular de última geração. "Eles já vieram
equipados com a tecnologia wireless, conceito de mobilidade e capacidade de
convergência", diz a psicóloga Tânia Casado, coordenadora do Programa de
Orientação de Carreiras (Procar) da Universidade de São Paulo. "Usam uma
linguagem veloz, fazem tudo ao mesmo tempo e vivem mudando de lugar." O analista
Francis Kinder, de 22 anos, não permanece muito tempo fazendo a mesma coisa.
"Quando as coisas começam a estabilizar fico infeliz", diz. "Meu prazo é três
meses, depois disso preciso mudar, aprender mais."
"Esse ambiente onde qualquer um pode
ser desmascarado com uma simples busca no Google ensinou aos mais novos que a
clareza e a honestidade nas relações é essencial", afirma Ana Costa,
pesquisadora da FIA. "Não consigo conviver com gente pouco ética ou que não
cuida do ambiente onde vive", diz Felipe Rodrigues, 22 anos, estudante de
administração. O sentimento do rapaz é compartilhado por 97% dos nascidos na
mesma época, que afirmam não gostar de encontrar atitudes antiéticas ao seu
redor, de acordo com os dados da FIA. "Chegou a hora dos chefes transparentes,
alguém que deve ensinar. A geração passada enxergava os superiores como seres
para respeitar e obedecer. Não é mais assim."
Mas, além de aprender com os
superiores, eles sabem que também podem ensiná-los, em uma relação horizontal.
Os jovens modernos funcionam por meio de redes interpessoais, nas quais todas as
peças têm a mesma importância. "A Geração Y mudou a forma como nós interagimos",
diz Ana Costa. "O respeito em relação aos superiores ou iguais existe, mas é uma
via de duas mãos. Eles só respeitam aqueles que os respeitam, e veem todos em
uma situação de igualdade", afirma.
VIDA
PESSOAL EM PRIMEIRO LUGAR
Os sinais mais claros da importância
que os jovens dão aos próprios valores começam a piscar no mundo do trabalho.
Como seus funcionários, as empresas estão flexibilizando as hierarquias, agindo
em rede, priorizando a ética e a responsabilidade. E, se no passado a questão
era saber equilibrar a vida íntima com uma carreira, hoje isso não é nem sequer
questionado: a vida fora do escritório é a mais importante e ponto final.
Uma oficina sobre carreiras com
estudantes da Faculdade de Administração da USP mostrou que a prioridade da
maioria deles é ter "estilo de vida", ou seja, integrar o emprego às
necessidades familiares e pessoais - e não o contrário. "A grande diferença em
relação às juventudes de outras décadas é que, hoje, eles não abrem mão das
rédeas da própria vida", diz Tânia Casado. "Eles estão customizando a própria
existência, impondo seus valores e criando uma sociedade mais voltada para o ser
humano, que é o que realmente importa no
mundo."
…”
………………..
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