quarta-feira, 29 de maio de 2013

“DEUS, PÁTRIA E BENFICA” – O QUARTO ESTADO (upgrade - parte 1)

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O “Estado Novo” contou esta história mas enganou-se nas cores envolvidas no argumento, a história foi narrada no Inverno e o céu dificilmente poderia ser às cores azuis;
 

Anos-Luz mais tarde o tempo mudou e como acontece nessas circunstâncias o clima ficou perturbado na sua serenidade, tornou-se nervoso, fez asneiras e o perfil geral do “tempo” envolvido foi a de uma época triste, deprimente e sombria.

 

E não sei se aquele “Estado Novo” poderá ser aquilo que em França durante a Revolução Francesa se chamava de “Primeiro Estado” naquilo de político em que se pretendia representar o Clero na “intrincada” elipse política e social da época.
 

(no nosso caso, certamente, considerando a perspetiva também ela helicoidal de um estado vocacionado para o seu interior, casto e rústico em dose excessiva, isolacionista na opção política e estratégica, e Pátria-Mãe de um colonialismo único pela sua natureza e essência “antiga” e elitista)
 

Neste mesmo período histórico, o termo “Segundo Estado” pretendia representar a “Nobreza” e todo o seu significado político e estratégico associado,
e o termo “Terceiro Estado” respeitava ao resto da população, ou seja, o “Povo” em essência pura e dura, revolucionária pela natureza espontânea da vida (…).

 

Pela analogia deste raciocínio de historia na cronologia do tempo, e depois de muita luta de classes (na modernidade atual), eis que surge de rompante a invenção transversal e sistémica conhecida pelo nome curioso de “Plasma”, ou seja, o “Quarto Estado”.

 

Olhando para ele o Quarto Estado é “psicológico” porque é diferente de tudo o que existia do antecedente,
não é nada de específico da matéria, não é sólido, líquido ou gasoso,

também deixou de ser (especificamente) Caos,
é um “Estado de Espírito” de calma institucional, de prazer e de luxúria (na interpretação do relaxe político), alegre e esfusiante, de plenitude e de sucesso onde tudo de bom é possível sem constrangimentos ou arrelias,

com sorte garantida na demanda do sucesso,
um paraíso celeste mas terreno na melhor fase da vida, a nossa que queremos viver com vontade e em condições de realização plenas (…);

 

 
Estamos mortos neste nosso céu e não nos revoltamos com “isso”, a aceitação é pura e democrática,
e geral a todas as populações;




Estamos catatónicos e gostamos de viver assim enquanto “der” e tal fenómeno político for provável, intelectualmente natural e coerente,

e de possível concretização numa leitura técnica (…).

 

[….]

 

O “Benfica” é muito mais que uma Pátria que fala uma mesma linguagem num mesmo “terreno de jogo” (…),
de forma exuberante é um Estado na sua versão fisiológica,

objetivamente a “novel” organização política da Nação Portuguesa.

 

A nova Família Portuguesa.

 

[….]

 

O “Ronaldo” começou a “Guerra das Estrelas”,
o fim é um anacronismo virtual porque a causa política, a metodologia técnica e a ética da razão são postulados irracionais e inexistentes na “estratégia de base” do empreendimento,

e a questão preponderante parece continuar no imaginário das “pessoas-elite”;

 

Fantasmas da existência legal, aparentemente fracos de espírito ideológico e permanentemente debilitados na sua função política de base,

que dá “erro de sistema” na conjuntura de seriedade do serviço funcional de excelência no suporte da sobrevivência da humanidade.

 

Em conformidade,
não acredito que o “Leão” desta história se tenha mudado para a Serra de Monsanto,

que numa matriz geográfica mais ampla terá maior viabilidade estratégica de sobrevivência,
mas já acredito que as próprias condições climáticas do ecossistema envolvido resolvam esta questão com eficaz parcimónia para todos os bons sentidos patrióticos (específicos) enrolados na trama construída.

     

 

E embora não pareça racional nem democrático na perspetiva dos valores políticos misturados pelas varinhas mágicas das pessoas contentoras nesta saga cultural,

teremos que dizer “ponto final” a este domínio de lógica mecanicista enviesada dos conteúdos “desportivos” da vida política desta Nação.

   

Porque a lógica relacionada decorre da crença que poderá esta atitude tornar-se numa espécie de “circuncisão” dos canais deferentes que alimentam todo o articulado da trama política e estratégica de conteúdo e contorno corporativo e perfil de atuação ao nível do terrorismo político.

 


(…)

 

Ética Política tornou-se num palavrão cada vez mais importante e crítico,
e cada vez mais uma preocupação dominante para as modernas sociedades politicamente estruturadas e organizadas nesta nova ordem.

 


[….]

 
 

§§§§ / §§§§

 

Anexo BIBLIOGRAFIA DE LEITURA:

 

………………..

 

“…

de:


 

PLASMA: O QUARTO ESTADO DA MATÉRIA

 
 

É sabido que qualquer substância pode existir em três estados: sólido, líquido e gasoso, cujo exemplo clássico é a água que pode ser gelo, líquido e vapor.
 

Todavia há muito poucas substâncias que se encontram nestes estados, que se consideram indiscutíveis e difundidos, mesmo tomando o Universo no seu conjunto. É pouco provável que superem o que em química se considera como restos infinitamente pequenos. Toda a substância restante do universo subsiste no estado denominado plasma.

 

(…)

 

No seu conjunto, o plasma é neutro, já que contém uma quantidade igual de partículas carregadas positiva e negativamente. Mas a interação destas cargas dá ao plasma uma grande variedade de propriedades diferentes das dos gases.
 

Em certas condições o plasma pode conduzir corrente elétrica melhor do que o cobre, pode fluir como um líquido viscoso e intervir em reações com outras substâncias como a mais forte solução química. Além disso, é facilmente orientável em campos elétricos e magnéticos.
 

A física do plasma tomou-se rapidamente num dos ramos mais destacados do progresso cientifico, em relação fundamentalmente com as investigações da reação termonuclear, obtida por agora apenas num clarão instantâneo de plasma aquecido até temperaturas de várias centenas de milhões de graus, durante a explosão da bomba de hidrogênio.
 

 
(….)


 

…”

 

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