domingo, 23 de junho de 2013

GODSPELL, VERSÃO POLÍTICA PÓS-MODERNA (upgrade)

http://conversas666.blogspot.com



Como tema é sempre interessante a conversa,

confrontar as criaturas de Deus com as “Palavras do Senhor”;




E é verdade (...),

mais que uma doutrina os Evangelhos são a alma da sua gente, o pulsar de uma religião e de uma comunidade unida pelos desígnios da Igreja de Deus.


Não sei exatamente se a visão correta da palavra do Senhor do Universo deveria ser proferida por Jesus Cristo, seu Filho natural e "diamante de sangue" bruto,

mas é verdade que a mensagem escrita pelo Apóstolo Mateus nos seus “Evangelhos” é que foi adoptada pela Igreja Católica e faz parte integrante do Novo Testamento.



Portanto, os "Evangelhos" são a "Versão Oficial" (?) da Evangelização Católica relativamente à mensagem de Jesus Cristo e de Deus aos homens na Terra.


(fico sem palavras nenhumas…)

Este “Evangelho” de que falamos na atualidade e estamos todos de alguma forma preocupados(…) precisa, primeiro, de ter um suporte ideológico, uma sustentação intelectual,

a qual possa conter na sua fisologia profunda as extravagâncias da indisciplina política e da irracionalidade moral numa conduta administrativa eminentemente técnica.

Somos (indiscutivelmente) quase todos de clubes diferentes, temos interesses diferentes, jogamos “futebol” com intenção competitiva e com interesses privados, e não queremos saber dos “reais interesses desportivos da população indígena politicamente absentista”;


Diz-se nos corredores do poder com oportunidade e com o sentido real do valor da expressão que “só me interessam os meus, o resto é chachada...”



E julga-se que ninguém terá dúvidas de nada, mas será importante esclarecer as situações, daquilo que falamos, já que comunicamos em linguagens diferentes e o sentido da conversa é uma direcção qualquer que suporte o sentido formal da ocasião.


Nessa medida, conclui-se com naturalidade que a construção do Evangelho é de crucial expressão e importância,

e nesse sentido incomoda-me (em particular) e em toda a conjuntura do debate a posição dos “Protestantes”;



Porque tudo parece bem de alma e de ótima saúde política, cada um defende os seus interesses e há que fazê-lo com a identidade própria de cada um dos protagonistas "on line",

mas (nesta perspetiva envolvente de amor cálido e romântico), como será possível discutir alguma coisa de concreto e conseguir “falar” com algum sentido racional, sabendo-se que “uns” falam do Catolicismo da Religião Católica Apostólica Romana (no seu sentido próprio) e “outros” de “Anti-Cristo”, da Anti-Religião de Roma ??...



Como poderá "isto" ter algum sentido inteligente e racional ??



E de que forma e na medida do quê ??

[....]


Ninguém tem dúvidas de que política em Portugal parece ser um quebra-cabeças que (com naturalidade) "faz muitos estragos" e dá muito trabalho a consertar para quem pode e tem que o fazer,

porque se até aqui foi uma atividade sem dúvida ciclópica mas “voluntária” e generosa,

agora (“de repente”) tornou-se diferente;



Agora (aos olhos de um conglomerado de comunidades) é um trabalho institucional e por isso formal,

e requer o melhor aos seus proprietários e utilizadores da respectiva tecnologia associada.



Porque o desígnio da Nação Portuguesa a isso obriga e “tal” é a sua responsabilidade natural e primária relativamente a qualquer uma e a “todas as outras”.




(etc. …………………)
 



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ANEXO - ILUSTRAÇÃO BIBILIOGRÁFICA:

 
 
 
....................
 
 
"...
 
 
 
Texto importado da Biblioteca Multimédia Wikipédia:






“ Evangelho é uma mensagem, geralmente de conteúdo  

religioso, ou o livro que contém tal mensagem.
 

A expressão surgiu com o
cristianismo e significava boas novas, ou boas notícias, uma referência à mensagem cristã. Desde Justino no ano 150 começou a ser dado o nome de evangelhos aos livros que contivessem a mensagem do evangelho, ou mais genericamente, narrassem qualquer atitude de Jesus Cristo.


Os evangelhos são um género único na literatura universal. Não são meros relatos, mas também um convite à adesão ao cristianismo. A sua primeira intenção não é a biográfica. Apresentam Cristo como messias, filho de Deus e salvador da humanidade. Contém colecções de discursos, de parábolas e relatos, como o da paixão de Cristo (A Paixão de Cristo) e sua ressurreição.


Os evangelhos de Mateus, Marcos, Lucas e João são chamados evangelhos canónicos por serem os únicos que o Cristianismo primitivo admitiu como legítimos e hoje integram o Novo Testamento da Bíblia, sendo também os únicos aceites pelos grupos que sucederam (como os evangélicos). As igrejas cristãs só aceitam estes quatro evangelhos como tendo sido inspirados e fazendo parte do Cânon. As igrejas protestantes tem na Bíblia Sagrada, incluindo os evangelhos, sua única regra de fé e de prática.



Centenas de outros evangelhos foram escritos na antiguidade, que são chamados evangelhos apócrifos. Entre os manuscritos encontrados no Egipto, conhecidos como os da biblioteca de Nag Hammadi, figuram os evangelhos atribuídos a apóstolos de Cristo: _ o evangelho de Tomé, o evangelho de Filipe, o evangelho de Pedro e o evangelho de Judas. Contêm também o evangelho de Maria.


Nos dias actuais ainda são escritos evangelhos ou releituras deles, como “O Evangelho Segundo Jesus Cristo” ou “Operação Cavalo de Tróia”. “
 
 
 
 
..."
 
 
 
 
....................
 
 
 
 
 


 


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