O
“paradigma de vida” do cidadão
português é um tema interessante para um raciocínio de profundidade numa
abordagem aos fenómenos de geografia política e de geografia estratégica que
cruzam os nossos céus na atualidade;
Pessoalmente,
acho que a descrição dos assuntos envolvidos nesta temática será mais fácil do
que parece mas envolve sempre uma certa mística associada à descrição pública
de conteúdos “politicamente desconhecidos” ou “reservados” no acesso global.
[….]
A
escola dos portugueses deverá ter como missão principal criar um paradigma de
vida para cada jovem seu “mancebo” e para isso presume-se que deverá criar
“padrões” de comportamento;
Esses
padrões de comportamento serão necessariamente estereotipados e, por isso, a
missão é de difícil resolução;
No
entanto, parece ser opinião maioritária de que sem essa prerrogativa de projeto
curricular a escola não fará “nada de especial” para além de ensinar as (jovens)
crianças a aprenderem e cumprirem o sistema operativo de funcionamento do
regime,
sem
que (contudo) aprendam a programar as suas vidas pessoais e a criar o seu
próprio software de desenvolvimento de personalidade de vida própria.
E
será fácil falar sobre “Isto” sem que, contudo, se diga algo de substancial e
de novo que colabore efetivamente na função/tarefa olímpica de descobrir o
itinerário de vitória para um sistema de ensino e de educação do Estado que
guie as massas humanas da Pátria nacional a uma vitória estrutural.
Porque
o problema nacional, no fundo, terá mais ou menos esta tipificação de doença de
regime político.
Mas
haverá um pouco mais a dizer (…) que responde pelo nome de “Mass Media”.
Ou
seja, a educação das massas humanas da responsabilidade do regime político e
“perpetrada” pelos órgãos de comunicação social acreditados junto do Estado e
da respetiva tutela.
(e
por “Ela” autorizados a funcionar com legitimidade legal)
A
“posição política” (corporativa) das diferentes organizações empresariais que
labutam na área da Educação Mass Media funcionam como funcionam as diferentes
organizações terroristas que (um pouco por tudo o mundo) lutam pelos seus ideais
próprios de Estado e de Regime Político à margem do interesse nacional do
Estado/Nação e dos povos nacionais,
e sempre
na senda de um lucro económico (ou político) fácil, rentável e exponencialmente
crescente.
(com
influência decisiva na gestão da tutela do poder do Estado)
Procuram,
portanto, Paraísos Artificiais próprios e privados, potencialmente
independentes de qualquer responsabilidade política institucional de ligação à
causa patriótica de um povo e de uma terra comum a uma cidadania histórica
naquilo a que poderíamos chamar de “Paradigma de Portugal”.
Ou
seja, poderá ser esta a história resumida da invenção de Comunidades Párias
nascidas no seio interior de uma comunidade histórica com uma cultura humana
comum.
E
parece ser curioso constatar com uma atenção cuidada (mas fácil na observação) que
um dos principais motivos envolvidos neste processo passa por uma identidade corporativa
comum aos diferentes grupos de interesses que procuram cultivar uma cultura de
“Elites de Alto Nível”,
circunstância
essa que parece ser especialmente perigosa pelo grau da “naturalidade comportamental”
associada e globalmente aceite e reconhecida pela sociedade enquanto comportamento
público de razoável natureza inócua (de qualquer responsabilidade criminal) no
decurso político e social deste processo;
Processo
esse que coloca diretamente em causa o Estado, os cidadãos e a cidadania, e o
funcionamento da organização política da Nação que dá pelo nome de Democracia e
de Estado de Direito (!!).
[….]
Entretanto,
o país chamado Portugal torna-se vulnerável a uma vasta gama de doenças
políticas e estratégicas que, de forma importante e global, causam transtornos
ao negócio do futuro dos portugueses enquanto povo histórico de um país europeu
e ocidental chamado Portugal.
[….]
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