sexta-feira, 20 de setembro de 2013

ALMOÇOS DE LENTILHAS À MODA DE SANTO BENTO PRÍNCIPE (parte 1 - upgrade)

http://conversas666.blogspot.com




A velha empresa organiza a tertúlia há pouco tempo de história antiga,
e os tertulianos procuram o labor e a erudição das tarefas que em muito contribuem para a missão de sempre da memória coletiva.

 
 

[….]
 

 

De forma muito pessoal acho que a trama das conversas “políticas” altera-me as profundezas da alma
(na sua leitura “estratégica”),

mas fico feliz com a (minha) compreensão “pensada” dos fantasmas desta ópera;

 

Eles fazem o “diabo a quatro” com as mais subtis e complicadas brincadeiras de crianças teimosas e irritadas com a perda do seu espaço, da sua sala de tropelia, dos brinquedos de sempre e da liderança inequívoca da colónia de férias,
qual espaço balnear comum de felicidade egoísta e envolvente embrulhada numa espécie de tela colorida,  

sobrando para uma sombra cinzenta o interior da “caixa de pandora” destinado a uma decoração subtil, enviesada e desconhecida.

 

[….]

 

Os “reinados” decadentes e em decomposição política não deveriam ser suportados “em força” por estruturas de macro construção gigante
(política, estratégica e económica),

pouco experientes numa trama kafkiana de geografia política parcial e corporativa
(estrategicamente global),

pela razão simplista e direta (e natural) da sua contraindicação política (grosseira) de base e raiz na construção íntima do conjunto global da estrutura dos atores principais e das muitas construções terceiras  “envolvidas” em série.

 

Serão conversas seguramente delicadas e próprias para o magistério do “Papa do Universo”,
juiz em causa própria de uma humanidade desarmada pela ignorância do momento político (virtual) construído em laboratório

(e em tempo real),
numa leitura interpretativa do sucesso oportuno e do gáudio cultural de um “Estado Colonial” pária e emergente, global na sua leitura internacionalizada.

 

[….]

 

Num valor de tradição política (virtual neste caso) os almoços são interessantes,
ora banais ora corporativos,

sempre com o ónus óbvio da sua “natureza principal” e da missão nomeada como natural (pelos legisladores empiristas da história cultural da Nação),
ritual estruturante no contexto cultural envolvido na natureza lusitana da nossa cidadania patriótica – o tradicional “Prato de Lentilhas da Nação”.

 


Em jeito de falso e puritano humor (sempre mordaz e bem disposto) aclama-se o santo padroeiro protetor dos guerreiros envolvidos na trama digestiva,
“Santo Bento Príncipe” de Portugal;

 

Figura laica e erudita, religiosa no carisma político e social, estimada, acarinhada e respeitada pelos diferentes públicos seus serventes e seguidores,
numa exaltação pública espontânea da memória histórica das gentes, do tempo e da comunidade cultural lusitana.

 

 
 

 

(etc. ………………)








 

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