sexta-feira, 11 de outubro de 2013

O PARADIGMA DA CULTURA MASS MEDIA EM PORTUGAL (upgrade)

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(….)

 

Há algo que não fica dito em Portugal quando se fala em Cultura Mass Media;

Numa leitura possível deve entender-se por cultura mass media o conjunto de comportamentos residuais (psicológicos, políticos e culturais) que caracterizam num determinado momento uma Sociedade como resultado direto da educação das massas humanas (da responsabilidade moral do regime político) “perpetrada” pelos órgãos de comunicação social acreditados junto do Estado e da respetiva tutela.

(e por “Ela” autorizados a funcionar com legitimidade legal)

 

E nesta matéria será curiosa (no mínimo) a postura “institucional” das diferentes organizações participantes no Fórum da Educação da responsabilidade do Estado (cujo “Centro de Gravidade” serão os portugueses),
a começar pela tutela governativa e pelos seus principais líderes em exercício de funções.

 

A prática política corporativa das organizações empresariais que labutam na área da Educação Mass Media (temática diretamente dependente do projeto educativo permanente do Estado para o cidadão português) funciona como funcionam as diferentes organizações terroristas que (um pouco por tudo o mundo) lutam pelos seus ideias próprios de Estado e de Regime Político à margem do interesse nacional do Estado/Nação e dos povos nacionais,
e sempre na senda de um lucro económico e político fácil, rentável e exponencialmente crescente.

 

Procuram, portanto, Paraísos Artificiais próprios e privados, potencialmente independentes de qualquer responsabilidade política institucional de ligação à causa nacionalista de um povo e de uma terra comum na cidadania histórica;

 

Ou seja, poderá ser esta a história resumida da invenção política organizada de Comunidades Párias nascidas no seio interior de uma comunidade histórica com uma cultura humana comum.

 

E será curioso constatar com uma atenção cuidada e decidida (mas fácil na observação) que um dos principais motivos envolvidos neste processo passa por uma identidade corporativa comum aos diferentes grupos de interesses que procuram cultivar uma cultura de “Elites de Alto Nível”,
circunstância essa que (no seu artificialismo) parece ser especialmente perigosa pelo grau da “naturalidade comportamental” globalmente aceite no reconhecimento oficial (público) deste processo;

 

Processo esse que coloca diretamente em causa o Estado, os cidadãos e a cidadania, e a organização política da Nação que dá pelo nome de Democracia e de Estado de Direito.

 

[….]

 

 

Entretanto, o país chamado Portugal torna-se vulnerável a uma vasta gama de doenças políticas e sociais (e estratégicas) que, de forma importante e global, causam transtornos ao negócio do futuro dos portugueses enquanto povo orgânico e histórico de um país europeu e ocidental chamado Portugal (!!).

 

 

[….]




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