(….)
Há
algo que não fica dito em Portugal quando se fala em Cultura Mass Media;
Numa
leitura possível deve entender-se por cultura mass media o conjunto de
comportamentos residuais (psicológicos, políticos e culturais) que caracterizam
num determinado momento uma Sociedade como resultado direto da educação das
massas humanas (da responsabilidade moral do regime político) “perpetrada”
pelos órgãos de comunicação social acreditados junto do Estado e da respetiva
tutela.
(e
por “Ela” autorizados a funcionar com legitimidade legal)
E
nesta matéria será curiosa (no mínimo) a postura “institucional” das diferentes
organizações participantes no Fórum da Educação da responsabilidade do Estado (cujo
“Centro de Gravidade” serão os portugueses),
a
começar pela tutela governativa e pelos seus principais líderes em exercício de
funções.
A
prática política corporativa das organizações empresariais que labutam na área
da Educação Mass Media (temática diretamente dependente do projeto educativo permanente
do Estado para o cidadão português) funciona como funcionam as diferentes
organizações terroristas que (um pouco por tudo o mundo) lutam pelos seus
ideias próprios de Estado e de Regime Político à margem do interesse nacional
do Estado/Nação e dos povos nacionais,
e
sempre na senda de um lucro económico e político fácil, rentável e
exponencialmente crescente.
Procuram,
portanto, Paraísos Artificiais próprios e privados, potencialmente
independentes de qualquer responsabilidade política institucional de ligação à
causa nacionalista de um povo e de uma terra comum na cidadania histórica;
Ou
seja, poderá ser esta a história resumida da invenção política organizada de
Comunidades Párias nascidas no seio interior de uma comunidade histórica com
uma cultura humana comum.
E
será curioso constatar com uma atenção cuidada e decidida (mas fácil na
observação) que um dos principais motivos envolvidos neste processo passa por
uma identidade corporativa comum aos diferentes grupos de interesses que
procuram cultivar uma cultura de “Elites de Alto Nível”,
circunstância
essa que (no seu artificialismo) parece ser especialmente perigosa pelo grau da
“naturalidade comportamental” globalmente aceite no reconhecimento oficial
(público) deste processo;
Processo
esse que coloca diretamente em causa o Estado, os cidadãos e a cidadania, e a
organização política da Nação que dá pelo nome de Democracia e de Estado de
Direito.
[….]
Entretanto,
o país chamado Portugal torna-se vulnerável a uma vasta gama de doenças
políticas e sociais (e estratégicas) que, de forma importante e global, causam transtornos
ao negócio do futuro dos portugueses enquanto povo orgânico e histórico de um
país europeu e ocidental chamado Portugal (!!).
[….]
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