Estará Portugal no Futuro Político do Quê ??
(em concreto e por este “caminho das estrelas”...)
De facto (aparentemente por consequência direta) os
estragos são notórios e evidentes e não só no património cultural como também
na natureza política e humana dos portugueses,
que (com uma naturalidade genuína) se mantêm no caminho
do europeísmo ocidental próprio do “território” humano, antropológico e
sociológico português;
Mas (também com a normalidade humana) aprendem
com os Mestres Políticos o ofício de artista da “Arte da Vida”.
[….]
Por incrível que possa parecer a esmagadora maioria
das campanhas e manifestações antirregime político da democracia portuguesa
(com todos os seus defeitos) não são mais do que Manifestações de Contrapoder e de combate àquilo que se “deseja
para si” a qualquer custo e por qualquer “método de trabalho”.
Tudo numa leitura (muito) simplista de um fenómeno com
metodologia operacional no populismo da sua aplicação para que, dessa forma,
possa adquirir a massa crítica necessária condutora para a eficácia dos resultados
considerados necessários para o sucesso do desígnio político reclamado.
E estes fenómenos serão uma manifestação de
contrapoder contra o quê, concretamente ??
E contra quem, concretamente ??
E porquê ??
Os protagonistas saberão as suas respostas “sérias”
para aquelas nossas perguntas ingénuas ??
Eu tenho a certeza nas minhas dúvidas,
ou seja,
numa comparação lúcida poder-se-á enunciar o
exemplo das crianças que procuram na sua felicidade mal comportada um
libertarianismo material e “ideológico” (…),
uma espécie de ritual enviesado para uma vida de
“realizações alcançadas” de natureza profundamente infantil no seu elitismo bacoco,
e na sua visão parcial do fenómeno social das diferentes
comunidades de “gentes”,
para tentar explicar que os portugueses (por
esta metodologia técnica) estão a ser vítimas de “Crianças Grandes”, insufladas
de espírito inventivo e acrescentadas de ambição estritamente pessoal numa
missão obrigatoriamente corporativa na sua génese política de base (…).
[….]
Por esta “Via de Ensino” perde-se muito “tempo de
caminho” e muita energia necessária para outras diligências de eficácia no
destino,
mas (no fundo) teremos que admitir que não se
perde o essencial – o desígnio político e cultural do povo português que é
permanente e imutável;
E concretiza-se de forma determinada na sua visão de
futuro - Nós somos nacionalistas e europeus por direito próprio mas também por
vontade de ser aquilo que somos,
e isso irá concretizar-se na força da nossa
natureza de colocar a título definito a cidadania portuguesa nas suas
coordenadas políticas e estratégicas naturais – a Europa Ocidental e
Comunitária (!!).
[….]
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