domingo, 29 de dezembro de 2013

A LÓGICA POLÍTICA DE “CONTRA-PODER” (parte 1 - upgrade)

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Estará Portugal no Futuro Político do Quê ??


(em concreto e por este “caminho das estrelas”...)


 

De facto (aparentemente por consequência direta) os estragos são notórios e evidentes e não só no património cultural como também na natureza política e humana dos portugueses,
que (com uma naturalidade genuína) se mantêm no caminho do europeísmo ocidental próprio do “território” humano, antropológico e sociológico português;

 

Mas (também com a normalidade humana) aprendem com os Mestres Políticos o ofício de artista da “Arte da Vida”.  

 

[….]

 


Por incrível que possa parecer a esmagadora maioria das campanhas e manifestações antirregime político da democracia portuguesa (com todos os seus defeitos) não são mais do que Manifestações de Contrapoder e de combate àquilo que se “deseja para si” a qualquer custo e por qualquer “método de trabalho”.

 

Tudo numa leitura (muito) simplista de um fenómeno com metodologia operacional no populismo da sua aplicação para que, dessa forma, possa adquirir a massa crítica necessária condutora para a eficácia dos resultados considerados necessários para o sucesso do desígnio político reclamado.

 


E estes fenómenos serão uma manifestação de contrapoder contra o quê, concretamente ??

 
E contra quem, concretamente ??

 

E porquê ??

 
(concretamente…)

 
 

Os protagonistas saberão as suas respostas “sérias” para aquelas nossas perguntas ingénuas ??

 

Eu tenho a certeza nas minhas dúvidas,
ou seja,

numa comparação lúcida poder-se-á enunciar o exemplo das crianças que procuram na sua felicidade mal comportada um libertarianismo material e “ideológico” (…),
uma espécie de ritual enviesado para uma vida de “realizações alcançadas” de natureza profundamente infantil no seu elitismo bacoco,

e na sua visão parcial do fenómeno social das diferentes comunidades de “gentes”,
para tentar explicar que os portugueses (por esta metodologia técnica) estão a ser vítimas de “Crianças Grandes”, insufladas de espírito inventivo e acrescentadas de ambição estritamente pessoal numa missão obrigatoriamente corporativa na sua génese política de base (…).

 

 
 
[….]

 

 
Por esta “Via de Ensino” perde-se muito “tempo de caminho” e muita energia necessária para outras diligências de eficácia no destino,
mas (no fundo) teremos que admitir que não se perde o essencial – o desígnio político e cultural do povo português que é permanente e imutável;

 

E concretiza-se de forma determinada na sua visão de futuro - Nós somos nacionalistas e europeus por direito próprio mas também por vontade de ser aquilo que somos,
e isso irá concretizar-se na força da nossa natureza de colocar a título definito a cidadania portuguesa nas suas coordenadas políticas e estratégicas naturais – a Europa Ocidental e Comunitária (!!).

 

 
 
[….]

 

 

 

 


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