quarta-feira, 23 de novembro de 2011

SEGURANÇA E DEFESA NACIONAL – QUESTÕES E DILEMAS SOBRE “NATUREZA, EDUCAÇÃO E EUGENIA” NUM QUADRO DE EVOLUÇÃO POLÍTICA, ECONÓMICA E SOCIAL DO ESTADO (parte 3)

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Natureza, Educação, Eugenia;

Hereditariedade, Inteligência, Ambiente e etc.
.



Qual será o “Papel” da Segurança e Defesa Nacional do Estado Português neste quadro e nesta moldura política ??


Talvez seja incómoda a pergunta mas está actualizada.
 



Naturalmente que num espaço de escrita desta amplitude e dimensão importa ser simples, preciso e conciso no objectivo e no método de abordagem ao tema inscrito no “raciocínio proposto”.


E é isso justamente que importa considerar neste texto.


Concretamente, como será possível sobreviver (numa perspectiva institucional) nas “condições de vida” definidas pelo moderno ambiente político, económico e social construído pelas “partes beligerantes” nesta farsa em que se tornou a vida política portuguesa ???...
 


A resposta é muito simples e está inscrita na pergunta – Sobrevivência Institucional.


A vida política comum a toda a comunidade de cidadãos portugueses que habitam a sua Pátria (língua comum e território comum) caracteriza-se pela expressão “Sobrevivência” nas “condições naturais de vida” que são colocadas ao dispor da comunidade pelos “Outros Cidadãos” que comandam o Destino Estratégico deste Povo.


Situação que no seu sentido político restrito não corresponde aos objectivos temáticos deste espaço.
 


(no presente texto e em todos os outros aqui inscritos)


Portanto, falando em Segurança e Defesa (e neste quadro confrangedor de “esquizofrenia política global”) qual será o “portfólio” de expectativas ambicionadas pelas “Comunidades Politicamente Dominantes” do universo biológico português ??
 



Alguém quererá “esmiuçar” com o pormenor necessário (de preferência) esta questão perturbante ??


Sabendo que é verdade que se alguém o fizer então tornar-se-á necessário “alguém” dar uma resposta cabal e condicente com o nível de expectativa criado no perímetro interior do debate político e estratégico emergente (…).


Ou seja (por palavras um pouco diferentes mas no enfiamento deste espírito), na perspectiva institucional do Estado Português qual será (afinal) a Missão (moderna) das Forças Armadas Portuguesas ??
 


Será defender e garantir a “integridade política interior e privada” de pessoas e interesses politicamente sectários ??


Interesses necessariamente parciais e em contraste radical com o “Todo Nacional”, que será (forçosamente e em princípio) a “visão estratégica” de base e prioritária de um Exército Nacional e nacionalista.



(….)
 



Uma questão que vai ficar em levitação à espera das respostas certas de quem as pode e deve colorir e “embelezar”, em especial naquela perspectiva tão “nossa” querida que dá pelo nome de Política Corporativa. 


Mas enfim, tudo está bem enquanto não há “problemas”, e esta será a “nossa vida” e vamos estando habituados a lidar com dinâmicas que em muito ultrapassam os parâmetros normais de racionalidade cívica e civilizacional de um país e de um povo.


(….)



O âmbito primordial de um qualquer exército do mundo será a sua Formação, ferramenta que modela atitudes e comportamentos inatos e pré-existentes de forma e maneira a atingir padrões tipificados que estarão em consonância com comportamentos técnicos e organizacionais tidos como fundamentais para o cabal cumprimento das funções e missões que caracterizam as Forças Armadas.

(de um qualquer país do mundo, pintado de uma qualquer cor)



E “Isto” não tem negociação (…) é desta forma e maneira, sob pena de o “contrário” tornar-se numa confraternização amiga e gentil protagonizada por um aglomerado de amigos profissionais;

Mas não um Exército Profissional Militar.



De facto, a “Natureza” de um militar é matéria biológica (genética ou não) que circula no sangue e modela o fácies da anatomia da sua estrutura física funcional e da sua personalidade, mas não desmerece a “Educação” Profissional tida como Núcleo Crítico para adquirir competências no âmbito da capacidade técnica para cumprir missões militares.
 


Situação esta que poderá levantar uma questão curiosa;
Qual será o universo certo (biológico, político, económico e social) para procurar bons e competentes militares ??
 


E a origem dos líderes que irão comandar e dirigir operações militares (de qualquer âmbito) qual será (potencialmente) a mais indicada ??
 

Será possível saber “Isto” e trabalhar com essa “Informação” ??
 


E tal comportamento será (de alguma forma) passível de rotulagem como Eugenia ?

(melhoramento racial por palavras diferentes…)



Ou antes outra “coisa” qualquer (…), numa outra dimensão de “assunto” (…) que não estritamente profissional militar.



O âmbito ético de todo o comportamento organizacional associado à Formação Militar Necessária e Suficiente poderá ser catalogado como pertencendo ao domínio político e social de uma dimensão estratégica conhecida pela expressão “Eugenia” ?? 


Por outras palavras, uma dinâmica de “Educação Profissional Militar” poderá ser passível de rotulagem como “Selecção Natural”, “Segregação de Espécies Humanas”, “Melhoramento Racial”, etc. e mais baboseiras relacionadas ??


Poderá “uma coisa destas” ser verdade ??
 


Haverá o atrevimento político e estratégico necessário e suficiente para engendrar este tipo de construção idiomática em redor dos conceitos de base institucionais que caracterizam uma organização profissional embrionária do Estado com um cariz e um perfil profundamente rústico, austero e laico ??



Serão (ou deverão ser na opinião alheia) os militares uma seita de contorno político, religioso ou ideológico corporativa, particular, sectária e privada a interesses políticos e estratégicos específicos ?? 


(….)



Há “Isso” tudo e muito mais,

E é uma pena que assim seja porque para além dos interesses instalados perderem o seu precioso tempo financeiro também perdem uma oportunidade única de tentarem ser úteis à comunidade (pelo menos de vez em quando) “Portando-se Bem” e não fazendo asneiras desnecessárias,

Situação essa que muito iria colaborar para a construção de um espírito patriótico que costuma ser fundamental para alicerçar os Estados (políticos) nas “intimidades” das Nações respectivas.


(….)
 



Na perspectiva global de comunidade,


Como será a tipologia ética e a caracterização técnica e profissional da formação dos profissionais de medicina, de enfermagem, de farmácia, das engenharias, das artes e dos espectáculos, da comunicação social, dos serviços, da tecnologia agrícola, da tecnologia das pescas, da tecnologia industrial, (etc. ….) ???...
 


Haverá respostas certas e prontas para oferecer ao “grande público” sobre esta “Matéria” ??


Parece ser bom sinal que alguém diga que sim.




(….)



  

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