quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

“ NINGUÉM É O QUE PARECE (…) ” (parte 1)

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A “Não Verdade” acompanha-nos a todos tal qual sombra de um corpo, das pernas e dos sapatos que caminham a estrada.


Sem dúvida uma versão das chamadas verdades de “La Palice” (“lapalissadas”), quase brejeirices de encantador de histórias avulsas, mas não deixa de ser (porém) uma verdade incontestada e, provavelmente, insanável na origem dos acontecimentos.


Porque, definitivamente, ninguém é o que parece.

(na sua verdade absoluta)



(….)



Poderíamos falar (com naturalidade neste espaço) nas histórias da “Gestão do Galinheiro Sino-Lusitano” em tempo perfeito de oportunidade política e social que viria a propósito da “história de agora” proposta para este “capítulo”;

Mas não, tal evento e circunstância seria uma má ideia racional porque parece ser errado dizer de forma e maneira pública “asneiras” responsáveis,

Pelo facto exacto disso mesmo,

Da gestão necessária em responsabilidade estratégica que deve nortear a Leitura pública da Irresponsabilidade Política alheia.

(a nós todos, e em particular aos profissionais do ramo e dos ofícios que a cada um respeitam de maneira corporativamente específica, em especial aquando de uma possível visita guiada ao museu de cera do “quotidiano luminoso” da nossa vida séria e mediática)



(….)



A Agenda Política da nossa política (e dos nossos políticos) tem as suas particularidades próprias, e a inovação tecnológica do know-how específico à sua “linguagem de calão” não ficará atrás de qualquer outra matéria a considerar de forma enfática na revisão “desta vertente”.

Será preciso, pois, inovar e arranjar “novas maneiras” de transmitir Ideias Antigas tão do Amor-Próprio dos protagonistas de cena das “causas de grupo”, mas tão antagonistas (as ideias defendidas de forma enviesada) na sua aplicação prática à vida das gentes que materializam a estrutura humana e física do grupo político “encorpado” pelas tais elites representativas.  


Porque enfim…

“Isto é uma Barraca mas o terreiro do jogo não deve ser um parque de diversões”.


[“…O know-how, savoir-faire ou conhecimento processual é o conhecimento de como executar alguma tarefa…” (wikipédia)]




(….)



A “Máscara” é uma figura de estilo predominante no discurso de Friedrich Nietzsche (filósofo alemão influente do século XIX), ferramenta fundamental para o Existencialismo do poeta português Fernando Pessoa, e deve (de facto) dar colorido às nossas vidas políticas e estratégicas.


Porque Integrar as pessoas é matéria de risco, crítica na estrutura política de base, fundamental na nossa União política e na respectiva fisiologia política histórica,

Liberal, naturalmente, como a sua sombra política natural.


E este facto claro e concreto (no clima que entretanto passa por nós) sob a atmosfera da política residual da situação presente obrigar ao estudo comparado necessário e urgente dos riscos paralelos das duas alternativas viáveis e possíveis para a modalidade de acção estratégica do futuro da Europa Comunitária.


Iremos voltar, pois, de forma súbita, repentina e eventualmente intempestiva ao Modelo de Sociedade Multi-Cultural Europeia.


(??...)


Porque (…),

Talvez sim,

Ou antes não,

Mas o risco de insolvência (definitiva) do conjunto político existe de forma credível, tem um semblante muito real, e está em linha de vista para “olharmos” com nitidez para “ele” e (talvez) para que todos possamos fazer as nossas “contas de cabeça”.

(com um grande rigor matemático)


Ainda estaremos (todos) a tempo de fazermos alguma coisa por todos e pelo conjunto institucional respectivo,

Porque deve fazer sentido e valer a pena tal acto de fé (e redenção) e misericórdia colectiva, mais não seja por outra razão que não o prejuízo colectivo subsequente poder ser sério e intenso para todo o grupo que “cultiva o pasto europeu” transversal e colectivo aos respectivos indígenas.


(….)


A espontaneidade deste raciocínio e atitude parece fazer sentido numa mostra de atenção à “nossa situação” para que os “nós todos” pensem um pouco mais para além do que a extensão da sua barriguinha de ideias e artifícios políticos permite.


E estas palavras pretendem apenas e só ser uma opinião neutra para digestão dos grupos contentores no “nosso quintal pessoal” mas também comunitário.


Portanto, pensem muito;


(em nós)


   



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