Um país verdadeiramente pobre é aquele
em que a intelectualidade é pobre (…).
A grande cidade é assim, caótica em
tons de branco natureza.
Parece natural, pois, admitir que o
desafio maior (político, ideológico e intelectual) de uma qualquer geração sã
será a conquista da cidade.
(….)
Crises de
identidade.
São intemporais e a sua natureza comum,
semelhante no “formato político” – uma Traição à sua
Pátria.
E por tal razão e ordem de ideias devem
ter sempre as suas consequências naturais, sob pena de a atrofia (resultante)
ser permanente e definitiva.
O porquê da “Coisa”
??
Não sei
!!
(nunca
saberei)
Mas é simples e psicológico e parece
não haver resposta racional;
Talvez seja uma questão congénita,
potencialmente racial e em linha enviesada com leituras eugenistas;
Talvez (antes) política pura e
estratégia pessoal de atravessamento de ruas cheias e corredores de carreira
profissional esgotados;
Garantidamente tempos (psicológicos) de
crise.
(portanto)
Quem sabe não seja outra “coisa” (…),
as questões juvenis mal resolvidas de biologia
acesa.
Admito com tristeza que nunca
conseguirei perceber esta matéria.
(….)
A maravilha colorida da sabedoria
empírica.
O saber não ocupa lugar e “este” ainda
mais,
porque no sentido puro e lato da
expressão o que me interessa (fundamentalmente) será o
“Saber”.
E não “tanto” a justificação racional,
conceptual e científica das “descobertas” (de facto) porque essa circunstância
não é importante e muito menos crítica para o tipo de sabedoria
envolvida.
Por outra palavras (não necessariamente
diferentes), o que mais importa neste contexto será o domínio da consciência
(cognitiva) no seio da realidade estudada.
E mais nada (de especial) a
assinalar.
(….)
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