sexta-feira, 6 de julho de 2012

A INSPIRAÇÃO AERÓBIA DO RACIOCÍNIO EMPÍRICO

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Um país verdadeiramente pobre é aquele em que a intelectualidade é pobre (…).
A grande cidade é assim, caótica em tons de branco natureza.
Parece natural, pois, admitir que o desafio maior (político, ideológico e intelectual) de uma qualquer geração sã será a conquista da cidade.
(….)
Crises de identidade.
São intemporais e a sua natureza comum, semelhante no “formato político” – uma Traição à sua Pátria.
E por tal razão e ordem de ideias devem ter sempre as suas consequências naturais, sob pena de a atrofia (resultante) ser permanente e definitiva.

O porquê da “Coisa” ??
Não sei !!
(nunca saberei)
Mas é simples e psicológico e parece não haver resposta racional;
Talvez seja uma questão congénita, potencialmente racial e em linha enviesada com leituras eugenistas;
Talvez (antes) política pura e estratégia pessoal de atravessamento de ruas cheias e corredores de carreira profissional esgotados;
Garantidamente tempos (psicológicos) de crise.
(portanto)
Quem sabe não seja outra “coisa” (…), as questões juvenis mal resolvidas de biologia acesa.
Admito com tristeza que nunca conseguirei perceber esta matéria.
(….)
A maravilha colorida da sabedoria empírica.
O saber não ocupa lugar e “este” ainda mais,
porque no sentido puro e lato da expressão o que me interessa (fundamentalmente) será o “Saber”.
 
E não “tanto” a justificação racional, conceptual e científica das “descobertas” (de facto) porque essa circunstância não é importante e muito menos crítica para o tipo de sabedoria envolvida.
Por outra palavras (não necessariamente diferentes), o que mais importa neste contexto será o domínio da consciência (cognitiva) no seio da realidade estudada.
E mais nada (de especial) a assinalar.

(….)




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