sábado, 14 de julho de 2012

INSURGÊNCIA POLÍTICA NUM QUADRO DE SEGURANÇA E DEFESA NACIONAL -– "UMA QUESTÃO DRAMÁTICA ??” (parte 1)

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Discutir uma questão política crítica que coexiste com a sociedade e com o grupo de cidadãos que são a sua hemoglobina será muito mais do que um assunto sério para se tornar num seminário de ideias, conceitos e discussões fecundos e vitais para o futuro político e estratégico do país, da Europa e de todos os “mundos envolventes”.
 

Este seminário (virtual na sua essência maior) pode trazer as vantagens dos acontecimentos cruciais em Tempo Real e oportuno em linha com a vida ativa estratégica das comunidades envolvidas nesta dinâmica coletiva e global que vem marcando a cadência do tempo histórico na alvorada de um século que determinará a “sorte” do novo milénio.
 

Palavras soltas em tempo de significâncias abstratas, sempre metáforas enriquecidas de substância nuclear retirada das entranhas de um mundo “fora de horas” de um TMG certo e alinhado com a referência do tempo;


Mas também com as referências dos homens e das seriedades das leis e dos costumes que marcam a cadência certa da nossa vida material no contexto planetário de um sistema solar que ainda se mantém em exercício de funções.
 

É provável que descreva desta forma simplista um novo conceito empírico de uma “Insurgência Política” que marca as “notícias” das nossas vidas e dos respetivos espaços ocupados pelos seus conteúdos dinâmicos,
mas (garantidamente…) também uma vontade energética de marcar uma nova dinâmica de controlo e sustentação deste “problema novo” para o nosso tempo tornado antigo;



Também “Ela” (a energia redentora envolvida) um Fator de Crescimento Sustentado para um sistema político e social viável, autocentrado no espaço vital de uma comunidade complementar de ideias e conteúdos políticos credíveis ao nível da operacionalização das suas “Políticas Para o Homem e Para a Cidadania”,
envolvendo crenças e “objetivos imediatos” que se liguem à natureza humana do nosso “Homem Político”.


(o fácies presumível do nosso rosto estilizado)



[…]
 

A nossa “conversa” merece (pois) palavras mais simples e precisas de significados reais.

Falemos da “nossa” Insurgência Media (…);

Híper mediatizada em tempo real perspetivando um passar fulgurante da história pelo nosso caminho de “pé posto”, cadência ondulatória dos registos rígidos e canónicos do tempo católico “depois de cristo”.


Na verdade, do que estaremos a falar neste registo impreciso de palavras ricas de sentido mas ambíguas de conteúdo formal ??
 

Falamos da Insurgência nos media e na política carreirista e materialista nos valores mais íntimos e “mais elevados” que (“Ela”, a política) cultiva em agricultura de princípios plásticos sintetizados em laboratório pirata;


E de Insurgentes Políticos pós-modernos (ou “nova-idade” em juventude cansada na origem) que semeiam tempestades e colhem bonanças como prémio de produtividade e bónus de carreira fulgurante de atropelos à legalidade, e a toda e qualquer espécie de integridade ética ou deontológica, lealdade perante as instituições e os homens que representam a lei e a ordem,
e perante a própria natureza da vida e do “ecossistema mínimo” que nos alimenta e garante a nossa sobrevivência (…).



Naturalmente, colocando em grave perigo a homeostase de qualquer natureza envolvida nesta dinâmica de Crime contra qualquer Humanidade envolvida neste mega “negócio” ambiental.


[…]


Fica aberta a “sessão” para uma sociedade “pós-conservadora” em género virtual de democracia participativa.



[….]



§§§§§ / §§§§§



ANEXOILUSTRAÇÃO:


                                                                                                     ……………..


“…
de:



Uma insurgência (português brasileiro) ou insurreição (português europeu) é uma rebelião armada contra uma autoridade constituída (por exemplo, uma autoridade reconhecida como tal pelas Nações Unidas) quando aqueles que participam desta rebelião não são reconhecidos como beligerantes.

Nem todas as rebeliões são insurgências, porque um estado de beligerância pode existir entre um ou mais Estados soberanos e forças rebeldes. Por exemplo, durante a
Guerra Civil Americana, os Estados Confederados da América não eram reconhecidos como um Estado soberano, porém eram reconhecidos como uma força beligerante, e, desta maneira, os navios de guerra confederados receberam os mesmos direitos que os navios de guerra americanos em portos estrangeiros.

Quando o termo "insurgência" é usado para descrever a ilegalidade de um movimento, pelo motivo de não ter sido autorizado, ou por não estar de acordo com as
leis locais, o seu uso é neutro.

No entanto, quando é usado por algum Estado ou autoridade que esteja sob ameaça, o termo também pode carregar uma conotação de que a causa dos rebeldes é ilegítima, enquanto aqueles que estão se insurgindo vêm a própria autoridade como ilegítima.

Diversos termos, nenhum deles definidos precisamente, são comumente encaixados na categoria de "insurgências": rebeliões, revoltas, etc. O valor dos
modelos formais discutidos ao longo do artigo servem para que exista uma taxonomia destinada a categorizar as insurgências. A base de uma insurgência pode ser política, económica, religiosa, étnica, ou uma combinação de fatores.

Uma insurgência nunca é igual a outra. Por vezes duas ou mais insurgências podem existir simultaneamente. A
insurgência iraquiana não é a única a ter um governo reconhecido pela maioria dos Estados e diversos conjuntos de insurgentes.

Insurgências históricas, como a
Guerra Civil Russa, foram multipolares e não seguiram o modelo tradicional de dois lados em oposição. Enquanto a Guerra Civil Angolana tinha dois lados principais, o MPLA e a UNITA, a FLEC era um movimento separatista simultâneo, que lutava pela independência da região de Cabinda.

A multipolaridade pode ampliar a definição de insurgência a situações onde não há autoridade reconhecida, como na
Guerra Civil Somaliana, especialmente no período de 1998 a 2006, quando o país se fragmentou em Estados menores semiautónomos, que lutavam uns contra os outros, formando alianças temporárias.



#### / ####
 

de:




Antónimos: ordeiros;





…”



………………..




Endereços de Referência Temática Para Uma “Leitura Obrigatória”:



























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