(upgrade)
De facto
confirma-se,
se “Isto” fosse simples não seria
complicado (…),
e de uma outra qualquer maneira este
país também não seria Portugal.
(…)
Esta questão parece ter tanto de
“elaborada” como de incómoda,
incómoda porque “chateia” as pessoas
(…),
e a “qualidade natural” envolvida
acontece porque o fenómeno afronta a identidade do Estado e do poder
político.
E presume-se (naturalmente) que o
incómodo deve-se à circunstância do apoio (transversal) da bancada política ser
indesmentível e incontornável numa apreciação global da tipificação técnica do
fenómeno.
(…)
O afrontamento político do poder do
Estado (em nome da “nossa” democracia) apresenta características muito claras e
genuínas, perfeitamente nítidas na paisagem política global (que não consegue
dissimular a sua natureza selvagem), e insere-se numa quadratura de uma
problemática de conflito assimétrico declarado
(…).
Tudo indica que a “sintomatologia
clínica” associada pode ser designada por “Epilepsia Política
Assintomática” (!!).
Assintomática porque a “doença
política” não está associada a nenhuma lesão (ou mal formação) declarada nos
"sistemas vascular, muscular ou esquelético",
mas “apenas” a um mau funcionamento do
tecido cerebral que no seu funcionamento fisiológico entra em disfunção,
“curto-circuito”, colocando em grave risco todo o sistema global de
funcionamento do “corpo”, que neste caso será o país chamado
Portugal.
(…)
Qual será a presumível razão pela qual
a Segurança e Defesa Nacional do Estado se concretiza como o principal órgão do
Sistema Nervoso Central do “Corpo” a ser afetado por esta doença política
??
[doença proveniente de uma “Intervenção
Insurgente” infligida por “Atores” do sistema político emergente que têm
aspirações muito claras constantes na sua declaração (frontal) de intenções
apresentada diariamente ao (seu) grande
público]
Um público expectante na sua bancada,
indefeso e impotente na perspetiva formal das atitudes clássicas e católicas
perfeitas e alinhadas com a cultura lusitana e ocidental (cordata, urbana e
civilizada),
cultura essa de base (perfeitamente)
militar perante o paradigma formal de um “chefe” doente de esquizofrenia
política.
(…)
Parece ser este o nosso problema (de
uma forma muito clara e indiscutível),
“problema insurgente” proveniente de
uma Insurgência Política patética e imoral,
dantesca e injusta perante o grupo
lusitano de gente “boa” e trabalhadora que só quer ser feliz na terra da sua
Pátria e no seio da sua gente.
(…)
Entretanto, o problema provocado pelos
nossos Insurgentes Mediáticos apresenta outras valências mais sofisticadas e
mais “transnacionais”…
Que provocam uma outra natureza de
problemas também “eles” cada mais importantes na medida de um extravasar
exponencial de uma “circunstância política” cada vez mais
global.
E por esta via mediática o cenário
político da geografia estratégica europeia é potenciado em valor acrescentado numa grandeza
importante por parte de outras “personagens capitais” do mundo político e
estratégico (europeu e mundial), também elas com os seus problemas
transnacionais de foro e amplitude aparentemente regional (e bem colocada) mas
tudo (o conjunto misturado) numa escala improvável de dimensão gravosa e global
para a humanidade.
(…)
Importa, pois, fazer considerações
perspicazes para uma visualização correta (atenta e minuciosa) da vertente de
Segurança de Defesa do Estado Português.
Poderá ser um bom exemplo, em que
medida este estado de “coisas” afeta a Segurança do Estado
??
(de pessoas, de bens, de valores, do
património material, do património imaterial,
…)
Se aceitarmos prescindir dos
considerandos que envolvam apenas as perdas emocionais de natureza estritamente
afetiva e a um nível pessoal do (nosso) centro de gravidade nacional,
teremos que admitir que esta novel e
emergente Atitude de Construção do (nosso) Senso Comum nacional (por
parte dos vanguardistas Media lusitanos) será no mínimo (profundamente)
excêntrica, estranha e ambiciosa de valores pessoais corporativos, aparentemente
precipitada e perigosa no seu Objetivo Final
(…).
(talvez pelas consequências mal
calculadas envolvidas no “retorno” de uma dinâmica cultural
fisiológica…)
(…)
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REFERÊNCIAS TEMÁTICAS DE LEITURA
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