quinta-feira, 27 de setembro de 2012

OS CAVALEIROS DO TEMPLO, O UPGRADE DO MITO NA IDADE MODERNA

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" Um Cavaleiro Templário é verdadeiramente um cavaleiro destemido e seguro de todos os lados, para sua alma, é protegida pela armadura da fé, assim como seu corpo está protegido pela armadura de aço. Ele é, portanto, duplamente armado e sem ter a necessidade de medos de demónios e nem de homens. "
Bernard de Clairvaux, c. 1135, De Laude Novae Militae—In Praise of the New Knighthood
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O upgrade do misticismo da história medieval com o conteúdo funcional atualizado.


Os “Pobres Cavaleiros do Templo”, em alusão a monges militares despojados da sua riqueza nobiliárquica familiar, aparecem na atualidade histórica do tempo presente (e “on line”) como “cavaleiros” despojados (?) de uma riqueza política (real) também “ela” nobiliárquica e “familiar”,
talvez numa fragilidade histórica comum e cooperativa com os “Infiéis” também eles no tempo moderno.



[….]



“As Torres do Padre Inácio”,
os insurgentes “balls templários”


(presentes e truncados na fé da lei da legitimidade),
os “infiéis” fiéis ao Papa

(no bairro católico de Roma),


o “filme da treta” séria e perigosa que passa num cinema perto de sua casa;



Tudo verdadeiras histórias de amor que correm os seus termos processuais em plena “Eurásia”,
“Placa Central” estratégica do mundo,


onde cada vez é mais virtual viver.

(e talvez nisso concordaremos todos)



[….]



Estes nossos (atualizados) cavaleiros do templo voltam a atacar o Papa (e a sua força secreta imperial – a “opus Dei”) numa odisseia planeada como imperial e colonial com consequências previsivelmente bem estudadas e com as contas bem feitas no respeitante aos resultados políticos (e estratégicos) esperados.




Naturalmente que esta versão americana da história, para além de muito concreta e definida (“… como outra coisa qualquer…”), tem outras “concretizações” (naquilo que respeitará à “força política tornada defensiva” que aparece envolvida nesta trama política com o “equipamento subversivo”) no mínimo sugestivas de um alinhamento estrategicamente truncado com a “base racional da legalidade”.



Primeiro pela primazia da valência operacional apresentada com um “fácies” e um cariz político e social estrategicamente conservador e religiosamente evangélico (no perfil da “ação imperial”), tudo numa lógica de força política poderosa “de Sião” tornada inimiga de uma denominação social que poderia perfeitamente dar pelo nome de “Guarda Suíça Republicana”.


(“certamente” com número de polícia no bairro católico da Ilha de Manhattan)



Esta visão da “história” será a de uma legítima e legal “Força Imperial” (inimiga ??) portadora de uma nova legalidade estratégica pós-moderna em conformidade política com os códices de uma “vontade histórica” de um “Ocidentalismo de Sião” (…), unipolar no sistema internacional, novel e emergente de uma arquitetura política gótica em “fase aguda” com a histórica moderna da humanidade.


 
Numa segunda leitura, e conceito não menos crítico pela relação próxima do “tema ideológico defensivo” com o construtor social católico das etnias caucasianas americana e europeia, temos o algoritmo político tornado público pela denominação técnica (por exemplo) de “SIIMS”. (….)



[…..]




As sociedades “modernas” tornaram-se manipuladoras da realidade e jogadoras de estratégia;


A atualizada recreação política (e estratégica) da história medieval naquilo que respeita às míticas lendas surreais e aos “desafios antropológicos” emergentes das lutas entre o “Priorado de Sião” e a “Opus Dei” parecem ser (no mínimo) surpreendentes e originais, mas (também) profundamente eficientes e eficazes na concretização enfática dos “conteúdos reais” da grande política internacional contemporânea que culminou neste tempo moderno.



De facto,
as ONG (internacionais) Góticas afetas ao “Movimento de Silhão no Dia 11”, em especial em tudo de político que respeita às organizações transnacionais ”Setembro Dourado” e “Março Vermelho”, estão em fase com aquela dinâmica dos “confrontos míticos” entre a etérea “Opus Dei” (com residência política e social no bairro católico de Roma) e a figura global e omnipresente do “Priorado de Sião”, que também “Ele” tem residência estratégica no “Bairro Vermelho” de Amsterdão relativamente nas proximidades da simbologia “da Besta” presente na imagem do labirinto dos canais da cidade.



[….]




Enfim (…),
mitos, lendas, tretas e Conversas Irreais de Hollywood (afins na leitura clássica mas muito concretas e fiéis à originalidade do guião operacional da “história”) tudo em tempo real com as estratégias líderes e reinantes na globalização da (nossa) história moderna da humanidade.




[etc. …………]




§§§§ / §§§§


 
ANEXO - LEITURA TEMÁTICA:


………………..

“…

de:





A Ordem dos Pobres Cavaleiros de Cristo e do Templo de Salomão (em latim "Ordo Pauperum Commilitonum Christi Templique Salominici"), mais conhecida como Ordem dos Templários, Ordem do Templo (em francês "Ordre du Temple" ou "Les Templiers") ou Cavaleiros Templários (algumas vezes chamados de: Cavaleiros de Cristo, Cavaleiros do Templo, Pobres Cavaleiros, etc), foi uma das mais famosas Ordens Militares de Cavalaria.

A organização existiu por cerca de dois
séculos na Idade Média, fundada no rescaldo da Primeira Cruzada de 1096, com o propósito original de proteger os cristãos que voltaram a fazer a peregrinação a Jerusalém após a sua conquista.

Os seus membros fizeram voto de
pobreza e castidade para se tornarem monges, usavam mantos brancos com a característica cruz vermelha, e o seu símbolo passou a ser um cavalo montado por dois cavaleiros. Em decorrência do local onde originalmente se estabeleceram (o Monte do Templo em Jerusalém, onde existira o Templo de Salomão, e onde se ergue a atual Mesquita de Al-Aqsa) e do voto de pobreza e da fé em Cristo denominaram-se "Pobres Cavaleiros de Cristo e do Templo de Salomão".

O sucesso dos Templários esteve vinculado ao das Cruzadas. Quando a Terra Santa foi perdida, o apoio à Ordem reduziu-se. Rumores acerca da cerimónia de iniciação secreta dos Templários criaram desconfianças, e o rei
Filipe IV de França profundamente endividado com a Ordem, começou a pressionar o Papa Clemente V a tomar medidas contra eles.

Em
1307, muitos dos membros da Ordem em França foram detidos e queimados publicamente. Em 1312, o Papa Clemente dissolveu a Ordem.

O súbito desaparecimento da maior parte da infraestrutura europeia da Ordem deu origem a especulações e
lendas, que mantêm o nome dos Templários vivo até aos dias atuais.



(….)




O fato de nunca ter havido uma oportunidade de acesso aos documentos originais dos julgamentos contra os templários motivou o surgimento de muitos livros e filmes, com grande repercussão pública, porém, sem nenhum fundamento histórico. Por este mesmo motivo, muitas sociedades secretas, como a
Maçonaria, se proclamam "herdeiras" dos templários.

A obra "Processos contra templários", publicada pela
Biblioteca Vaticana, restaura a verdade histórica sobre Os Cavaleiros da Ordem do Templo, conhecidos como templários, cuja existência e posterior desaparecimento foram motivo de numerosas especulações e lendas.

Os
Pergaminho de Chinon são relativos ao processo contra os templários, realizados sob o pontificado do Papa Clemente V, cujos originais são conservados no Arquivo Secreto do Vaticano. O principal valor da publicação reside na perfeita reprodução dos documentos originais do citado processo e nos textos críticos que acompanham o volume; explicam como e porque o pontífice Clemente V absolveu os Templários da acusação de heresia e suspendeu a Ordem sem dissolvê-la, reintegrando os altos dignitários Templários e a própria Ordem na comunhão da Igreja.



(….)



Os
Templários entraram em Portugal ainda no tempo de D. Teresa, que lhes doou a povoação de Fonte Arcada, Penafiel, em 1126.

Um ano depois, a viúva do
conde D. Henrique entregou-lhes o Castelo de Soure sob compromisso de colaborarem na conquista de terras aos mouros.

Em
1145 receberam o Castelo de Longroiva e dois anos decorridos ajudaram D. Afonso Henriques na conquista de Santarém e ficaram responsáveis pelo território entre o Mondego e o Tejo, a montante de Santarém.

Os Templários Portugueses a partir de
1160 ficaram sediados na cidade de Tomar.

Através da bula
Regnans in coelis (12 de agosto de 1308) o Papa Clemente V dá conhecimento aos monarcas cristãos do processo movido contra os Templários, e pela bula Callidi serpentis vigil (dezembro de 1310) decretou a prisão dos mesmos.

Em Portugal, a partir de
1310 o rei D. Dinis buscou evitar a transferência dos bens da ordem extinta para os Hospitalários. Posteriormente, a 15 de março de 1319, pela bula Ad ae exquibus o Papa João XXII instituiu a Ordo Militiae Jesu Christi (Ordem da Milícia de Jesus Cristo) à qual foram atribuídos os bens da extinta ordem no país. Após uma curta passagem por Castro Marim, a nova Ordem viria a sediar-se também em Tomar.

Das várias Comendadorias (casas militares) a maior parte delas recebe o nome de um santo/a, mas também há algumas consagradas com o nome de reis.




(….)



…”



………………..














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