quinta-feira, 11 de outubro de 2012

O CAVALO LUSITANO DA NAÇÃO (upgrade 2)

http://conversas666.blogspot.com





Tudo tem uma resposta certa,


até aquelas grandes dúvidas persistentes com a ciência da nossa alma.




Como já estudado e conhecido do antecedente não adianta fazer avaliações da história em tempo “off line” com a civilização que passa na nossa rua respirando o ar da nossa atmosfera;


Mas podemos pensar, claro,
tal evento que também ele respira a reflexão da nossa inteligência é permitido tacitamente no silêncio desta “atmosfera” temporal e na fisiologia da democracia do “público observador” que atentamente segue os nossos passos.




(falsamente determinados, obrigatoriamente “calculistas” em tempo real com as crises de identidade de uma política megera, infiel ao seu desígnio de amante do “amor honesto” da paixão visceral)




[….]




As “conversas românticas” (cerebrais e estúpidas como outra coisa qualquer…) que naturalmente a mente produz em resultado (natural) de um “salivar” doentio numa amigdalite viral provocada por “agentes exteriores” ao metabolismo de dentro do nosso cavalito lusitano são “Isso” mesmo,
normais “como outra coisa qualquer”;




Pensamentos de alergia cintilante em fase com Emoções Fluidas (transbordantes de alegria jovialmente atrevida, grandemente surpreendentes e “emoções” grotescamente exageradas) que vociferam as suas “justas” e rebeldes razões (aparentemente irracionais e desconhecidas) contra um “mundo físico e real” aparentemente ameaçador da sua (“deles”) real comendadoria instalada por decreto legal desconhecido.


(???)




A “redoma uterina” de uma infância (indiscutivelmente) dourada e culturalmente inútil, que apenas cria problemas graves consistentes com uma informação política e social adulterada na sua base de identidade política,
neste caso veemente com uma fase histórica de Pátria Colonial Legal (e em tempo antigo de Cultura Temporal “Pro-Natura”),


será a causa provável desta disfunção política e estratégica contemporânea que corre os seus termos na circulação arterial da Nação chamada Portugal.




(….)




Enfim,
aparentemente o “melhor caminho” para uma saída airosa e transversalmente democrática será vivermos todos em modo político “low profile” com esta “Doença” e deixá-la consumir-se (politicamente) a si própria !!




Mas também é indiscutível que a singela utilização da forma verbal usada em modo “condicional” será enfática com as dúvidas necessárias e suficientes para uma qualquer base de raciocínio rudimentarmente cética e inteligente.




Ou seja, todos teremos dúvidas naturais…




E, claro que é verdade (…),


“Segurança” é uma palavra etérea que na realidade não existe persistentemente e não tem tradução natural, que obriga a cuidados sempre obrigatórios e suficientemente especiais em linha de vista com uma qualquer (comprovada) “mal formação oncológica” insurgente no tecido humano do Corpo Vivo.




[…..]






Palavras “indignadas” ao vento que passa (…) cavalgando em “tempestades num copo de água”,
pessoas atentas à brisa do vento tumultuoso que chega a um “rosto” indisposto com a “boa fé” do adamastor,


Estado (cinzento) politicamente cúmplice e complacente com a rebelde e insurgente “religião colonial” instalada na memória virtual da sua “jovem” alma histórica.





[….]





pós-scriptum:




Uma Questão de Estado - As coordenadas UTM (Universal Transverse Mercator) do “Caminho Colonial” da nossa esfera global passam obrigatoriamente pela morada social de polícia (em versão política e estratégica) do “Caminho Militar” da Civilização ???...


A Identidade Política tem razão própria de “Ser” ???




Pessoalmente, e passados 50 anos, eu tenho dúvidas pertinentes !!




(….)

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