Tudo tem uma resposta certa,
até aquelas grandes dúvidas
persistentes com a ciência da nossa
alma.
Como já estudado e conhecido do
antecedente não adianta fazer avaliações da história em tempo “off line” com a
civilização que passa na nossa rua respirando o ar da nossa
atmosfera;
Mas podemos pensar,
claro,
tal evento que também ele respira a
reflexão da nossa inteligência é permitido tacitamente no silêncio desta
“atmosfera” temporal e na fisiologia da
democracia do “público observador” que atentamente segue os nossos
passos.
(falsamente determinados,
obrigatoriamente “calculistas” em tempo real com as crises de identidade de uma
política megera, infiel ao seu desígnio de amante do “amor honesto” da paixão
visceral)
[….]
As “conversas românticas” (cerebrais e
estúpidas como outra coisa qualquer…) que naturalmente a mente produz em
resultado (natural) de um “salivar” doentio numa amigdalite viral provocada por
“agentes exteriores” ao metabolismo de dentro do nosso cavalito lusitano são
“Isso” mesmo,
normais “como outra coisa
qualquer”;
Pensamentos de alergia cintilante em
fase com Emoções Fluidas
(transbordantes de alegria jovialmente atrevida, grandemente surpreendentes e
“emoções” grotescamente exageradas) que vociferam as suas “justas” e rebeldes
razões (aparentemente irracionais e desconhecidas) contra um “mundo físico e
real” aparentemente ameaçador da sua (“deles”) real comendadoria instalada por
decreto legal desconhecido.
(???)
A “redoma uterina” de uma infância
(indiscutivelmente) dourada e culturalmente inútil, que apenas cria problemas
graves consistentes com uma informação política e social adulterada na sua base
de identidade política,
neste caso veemente com uma fase
histórica de Pátria Colonial Legal
(e em tempo antigo de Cultura Temporal
“Pro-Natura”),
será a causa provável desta disfunção
política e estratégica contemporânea que corre os seus termos na circulação
arterial da Nação chamada Portugal.
(….)
Enfim,
aparentemente o “melhor caminho” para
uma saída airosa e transversalmente democrática será vivermos todos em modo
político “low profile” com esta “Doença” e deixá-la consumir-se (politicamente)
a si própria !!
Mas também é indiscutível que a singela
utilização da forma verbal usada em modo “condicional” será enfática com as
dúvidas necessárias e suficientes para uma qualquer base de raciocínio
rudimentarmente cética e inteligente.
Ou seja, todos teremos dúvidas
naturais…
E, claro que é verdade
(…),
“Segurança” é uma palavra etérea que na
realidade não existe persistentemente e não tem tradução natural, que obriga a
cuidados sempre obrigatórios e suficientemente especiais em linha de vista com
uma qualquer (comprovada) “mal formação oncológica” insurgente no tecido humano
do Corpo Vivo.
[…..]
Palavras “indignadas” ao vento que
passa (…) cavalgando em “tempestades num copo de
água”,
pessoas atentas à brisa do vento
tumultuoso que chega a um “rosto” indisposto com a “boa fé” do
adamastor,
Estado (cinzento) politicamente
cúmplice e complacente com a rebelde e insurgente “religião colonial” instalada
na memória virtual da sua “jovem” alma
histórica.
[….]
pós-scriptum:
“Uma
Questão de Estado”
- As coordenadas UTM (Universal
Transverse Mercator) do “Caminho
Colonial” da nossa esfera global passam obrigatoriamente pela morada social
de polícia (em versão política e estratégica) do “Caminho Militar” da Civilização
???...
A Identidade Política tem razão própria
de “Ser” ???
Pessoalmente, e passados 50 anos, eu
tenho dúvidas pertinentes !!
(….)
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