domingo, 28 de outubro de 2012

CRIMES PÚBLICOS E CRIMES PRIVADOS (upgrade)

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Muitas são as áreas de atuação política da “Criminalidade Pública” que, por essa "via", consegue exercer a sua "macro-influência" junto das populações “indefesas” (por contágio "presumivelmente inocentes"...),

alterando (por "modus operandi" e de forma intencional) a ordem pública e a segurança interna e externa do Estado Português.

(porque há muitos crimes públicos a reportar...)


Importa caracterizar conceitos;

 
Por Crime Público deve entender-se uma ocorrência (violenta ou não) que viola os direitos fundamentais de um cidadão e que tem um âmbito de acontecimento público, suscetível de provocar alterações da ordem pública e outros acontecimentos criminais subjacentes.

 
A sua participação à autoridade do Estado é também ela pública (pode ter como intérprete qualquer cidadão que tome conhecimento da sua ocorrência e esteja na posse de provas que suportem a queixa) e não depende, portanto, da queixa específica do lesado direto.

Um Crime Privado depende diretamente da participação de queixa por parte do cidadão lesado na ocorrência suscetível de crime;

A queixa não pode ser acionada por um qualquer cidadão da comunidade.

 

[….]

 

Muito bem, boas definições,
mas qual é o seu grau de aplicabilidade operacional (e prática) no contexto da comunidade política e social dos cidadãos portugueses ??

 

Haverá Crimes Públicos comprovados (na medida em que são “ocorrências que violam os direitos fundamentais dos cidadãos e têm um âmbito de acontecimento público suscetível de provocar alterações da ordem pública e outros acontecimentos criminais subjacentes”) que ficam isentos de responsabilidade criminal e de consequências políticas, económicas e sociais relevantes e suficientemente penalizadoras para desmotivar a “classe social” sua subscritora assídua ???...


A resposta é “muito positiva” porque é um Sim com letra grande e em formato bold,
e isso significa que a esmagadora maioria dos crimes económicos mais significativos em Portugal têm uma dimensão e um alcance político,

e ficam por resolver e por penalizar (!!...) pela justiça  portuguesa;
 

Porque os seus autores são presumidos “personagens importantes” do meio vip político e social.


E com “Isto” estamos a caracterizar a natureza do atual sistema político denominado “Liberal” (…),
que em qualquer parte civilizada do mundo daria uma pena de prisão efetiva para reflexão intelectual dos seus “ideólogos” mais “chegados”.


Mas o mais grave de “tudo” tem um novo modelo de aplicação transversal à comunidade,
não se quieta pela nossa indignação (na opinião generalizada dos portugueses) para assumir um novo realismo muito vivo no nosso quotidiano – pagamos nós as despesas que o Estado nos impõe por razão da sua manifesta incompetência para dirimir esta criminalidade na sociedade,

sendo que os seus equívocos de gestão danosa infligida por prevaricadores profissionais Politicamente espertos e engenhosos se associam à “qualidade” politicamente inata dos gestores (habituados) da causa pública do Estado;


Numa mistura explosiva quanto politicamente demente que tem lançado o pânico na comunidade pela grandeza das conquistas temerárias desta novel “Revolução” que lançaram o país na mais grave crise económica desde a Primeira República,
ou seja, o limiar de uma “Banca Rota” (!!!).

 

[….]

 

E depois ??    O que poderá ser feito para Resolver “Isto” ??


A resposta certa é “Nada” !!


Ou melhor, pagar as contas com zelo, abnegação e sem olhar a meios para atingir esse objetivo nacional.

 
E o único senão “de tudo” será aquilo de permanecer um certo amargo de “sabor” de uma “amargura” que, normalmente, os portugueses não teriam que “provar”,
se as nossas gentes “muito importantes” (de Estado) fossem pessoas decentes e minimamente sérias;

 

O que por acaso comprova-se que é deveras mentira (!!).

 

E, com grande naturalidade (…), admite-se que será uma pena haver “ordinários” a dizerem este tipo “bernardas” para a atmosfera…
 

Porque sendo “assim” é normal.

 

[….]

 

E sobretudo (de tudo o mais…) porque a Jurisprudência deste “Liberalismo” não nos dá descanso…
 

E os seus proprietários mantém-se firmes e unidos quanto aos seus “direitos adquiridos” na percentagem pessoal da Diáspora Portuguesa de aquém e de além mar;


Portanto,
enfim,

admiremos as nossas “criaturas branquinhas” de “África Minha” (!!);


(tão amorosas que elas são, afinal…)

  

 

[etc. e tal ……]



 

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